Hembras y Parejas.

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PAULÃO E A FUNCIONÁRIA NOVA

overdose-de-orgasmos:

Meu nome é Paulo, sou marido da Soninha, ela me convenceu a fazer esse conto, vou tentar…eu vou falar e ela vai escrever, eu tenho
1,88m de altura e 92kg, sou forte por causa de academias que frequento, e tenho um pauzão grandão grossão que já fez muita mulher feliz, inclusive
a Soninha, ela…

Contos Eroticos:Sandra e o Preto Velho (A Loura de Campinas)

Sandra e o Preto Velho

 
(A Loura de Campinas)
Meu nome é Sandra. Eu trabalho em Campinas numa bem conhecida empresa de software como gerente de marketing. Tenho 1,67, 58 k. Cabelos louros e olhos azuis. Aos 30 anos, mantenho meu corpo em boa forma. Desnecessário dizer que fui apontada como a garota mais bonita tanto no colégio como na faculdade. Devido a isso, os homens sempre ficaram hesitantes em se aproximar de mim. Nunca tive de dizer “não”, porque os homens normalmente eram muito inseguros para me abordar. Conheci meu marido em Campinas, me apaixonei e casamos no outono passado. Logo depois disso, um velho negro que trabalha no setor de manutenção da companhia, chamado “Seu Aldo”, começou a me paquerar e me convidar para almoçar com ele. É claro que eu recusei, tão polida e diplomaticamente quanto podia, mas me senti desconfortável ao fazer isso. Contei ao meu marido, mas ele apenas ria e fazia pouco de mim. Afinal, ele havia visto “Seu Aldo” e sabia que ele tinha bem mais de 60, era gordo, sem um ou dois dentes e era apenas um homenzinho caseiro. Então, depois de algumas semanas disso, um dia “Seu Aldo” me enquadrou num dos corredores quando não havia ninguém por perto. “Oi, menina, ainda não quer almoçar comigo?’ perguntou com um grande sorriso que mostrava a falta de alguns dentes. “”Seu Aldo”, o senhor sabe que eu sou casada e bem… o senhor sabe… isso… quer dizer… bem… não seria certo,” gaguejei. Mas minha hesitação pareceu apenas fazê-lo insistir em seu objetivo. “Ora, neguinha, deixe disso. Eu quero apenas levá-la para almoçar. Não faça um preto velho se sentir rejeitado!” ele disse com uma expressão de mágoa. Eu sabia que ele estava brincando comigo mas ainda assim era difícil e constrangedor. “Sinto muito… Eu realmente não posso…” “Só uma vezinha!” ele me interrompeu. Eu tentei pensar rápido mas tudo que eu pude finalmente dizer foi: “Puxa, “Seu Aldo” o senhor sabe que…” enquanto eu falava notei-o olhando meus seios vorazmente. Lentamente - não sei como - comecei a perceber meus mamilos enrijecendo. “Diabos!” Pensei, espero que ele não note. Mas em minha visão periférica eu podia ver que eles estavam realmente se projetando contra o tecido transparente de minha blusa. Perdi o rumo de meus pensamentos à medida que ele olhava para meus mamilos eretos. “Vamos, neguinha, você não pode dizer não eternamente,” ele sorriu, obviamente percebendo a inexplicável excitação de meu corpo. Finalmente, eu esgotei minhas energias e argumentos para manter a recusa. “Ok… Está bem… mas apenas uma vez… E por favor… o senhor sabe… Apenas como amigos… ok?” Com um grande sorriso, “Seu Aldo” respondeu: “Fique tranqüila, neguinha, é um encontro de apenas uma vez, eu sei!” “ENCONTRO!!!!” Pensei. Não é um encontro!!! Mas eu não podia conseguir que algo saísse de minha boca. Sob o domínio verbal desse velho negro eu apenas fiquei ali meio sorrindo: confusa e zangada por ter sido tão facilmente atraída. Enquanto eu recuava para partir, notei um volume projetando-se pela perna esquerda de sua calça. Meu olho primeiro percebeu e então teve de olhar diretamente para ver se eu estava vendo o que eu pensava que estava vendo. Eu estava! O pinto de “Seu Aldo” se estendia até quase seu joelho e se projetava de sua calça de modo obsceno. Ele me viu olhando mas apenas sorriu e continuou olhando diretamente em meus olhos. Então ele pegou minha mão e disse: “Eu realmente, realmente ansiava por isso Sandrinha. E eu sei que você também.” De algum modo, minha mão apenas respondeu e manteve-o por um segundo enquanto eu tentava dizer algo, qualquer coisa para desestimulá-lo e sair dessa confusão. Mas tudo que eu pude conseguir foi… “S-s-sim, “Seu Aldo”… Acho… Acho que eu também…” baixei os olhos novamente e me achei olhando para a monstruosidade que era sua masculinidade, lutando para desviar meus olhos e partir. Ele ainda segurava minha mão. E eu ainda segurava a sua. Lentamente voltei à realidade, livrei-me de suas garras e me afastei. Ele deixou e recuou. Um enorme sorriso atravessando sua face simiesca. “Te vejo amanhã então gostosinha,” ele disse enquanto recuava para seguir seu caminho. “O, Ok…” eu gaguejei. Eu me sentia confusa e embriagada enquanto me voltava e caminhava para a porta que dava para o próximo corredor. No reflexo da porta de vidro eu podia ver aquele negro imenso apenas parado ali me observando enquanto eu caminhava pelo corredor. Por algum motivo que eu não podia entender descobri meu coração disparando e meus joelhos tremendo. Então quase inconscientemente comecei a rebolar meus quadris e bunda devagarinho, incrementando à medida que ele observava atentamente. Por que estava eu fazendo isso??? O que estava eu pensando??? Eu não tinha idéia. E no entanto eu fiz. E enquanto fazia eu olhei para a porta de vidro para ver seu reflexo procurando, acariciando o réptil volumoso projetando-se da esquerda de sua virilha. Eu atravessei as portas sentindo-me entontecida, desmaiando. Fui direto para o banheiro feminino e para um reservado. Pensei, “Meu Deus, sinto-me como se tivesse que urinar!” Mas quando eu retirei minha lingerie eu notei uma grande mancha úmida na virilha. Sentei-me no sanitário apenas fitando para a virilha. Estava eu realmente sexualmente excitada por aquele patético velho da manutenção? Ele me deixara assim tesuda apenas por me paquerar? Minhas indagações logo foram respondidas quando eu me achei recostando no assento, meus joelhos se arreganhando, meus dedos procurando inconscientemente meu clitóris e começando a manipular o botãozinho intumescido furiosamente! Meus olhos cerraram, eu podia apenas ver o enorme caralho de “Seu Aldo” distorcendo a perna de sua calça, tentando libertar-se para me alcançar! Durante todo o dia não consegui trabalhar. Naquela noite quando cheguei em casa André me perguntou como meu dia tinha sido e por que eu parecia tão quieta. Eu não podia dizer muito, ainda confusa e desnorteada. Naquela noite quando eu jazia na cama esperando por ele, ele entrou no quarto nu. Olhando confiantemente para mim e sorrindo, ele avançou com passos largos na direção da cama. Mas tudo que eu podia pensar era quão ridículo ele parecia com seu corpo tamanho adulto e pênis e testículos, aparentemente, tamanho infantil. Após ele subir na cama ele começou a montar em mim. Como de costume eu tive que ajudar a guiar seu pênis de dez centímetros para dentro de mim. Estranhamente eu me sentia quase com asco de seu corpo nu. De certo modo ele parecia deficiente em masculinidade. Somente mais tarde eu me dei conta de que estava subconscientemente comparando sua masculinidade com a de “Seu Aldo”. Ele começou a corcovear dentro de mim e então escorregou para fora. “Meu Deus, ele é tão pequeno,” eu me peguei pensando. Eu coloquei-o dentro de novo e ele começou outra vez. Pelo terceiro ou quarto pinote ele começou a grunhir e passar pelo costumeiro ciclo de seu orgasmo. Eu me achei irritada. Todo esse grunhido e tempestade para o que eu sabia era uma gota de sêmen. Quando eu tinha lhe dado sexo oral no passado, descobri que eu freqüentemente nem sabia quando ele gozava, exceto por todo aquele grunhir e contorcer-se, tão pequeno era seu gozo. Após ele ter parado, ele rolou e estava roncando em minutos. Foi então que eu percebi quão patética era nossa vida sexual. Enquanto ele roncava eu fechei meus olhos e me descobri vendo o volume de “Seu Aldo” descendo pela perna de sua calça. Seu comprimento e grossura. Seu poder, quase rasgando suas calças… por mim. Todo aquele tamanho e urgência por causa de seu tesão por mim. Logo minhas mãos estavam sob as cobertas manipulando meu clitóris de novo. Doído como estava o botãozinho eu precisava alívio para meu crescente tesão. No dia seguinte na hora do almoço eu honestamente esperava que “Seu Aldo” esquecesse tudo. Mas foi tolice minha pensar que ele o faria. “Pronta para nosso encontro?” ele disse enquanto se aproximava de minha mesa. Eu queria gritar, “ISSO NÃO É UM ENCONTRO!!!” e explicar-lhe que era “apenas” almoço. Mas nada saiu de minha boca. Eu apenas sorri fracamente. Por dentro eu apenas não queria uma cena; E mais, eu sabia que não adiantaria nada. Ele nunca ouviria. Enquanto caminhávamos para seu carro no estacionamento eu podia sentir sua mão gentilmente no côncavo de minhas costas. “Inacreditável! Esse preto velho da manutenção tinha a ousadia de botar seu braço ao meu redor,” Pensei comigo. Mas outra vez, eu não podia levar-me a objetar e criar uma espécie de cena ou confronto. E assim eu deixei acontecer. Quando chegamos a poucos passos de seu carro eu pude senti-lo tornando-se mais ousado e definitivamente deixei sua mão repousar no meu traseiro. Ele agora definitivamente tinha seu braço ao meu redor. Ele abriu a porta de seu velho, sujo Chevette 95 para mim e deixou-me entrar. Enquanto eu o fazia notei seus olhos dando uma bela, longa, e óbvia espiada debaixo da curta minissaia de couro que eu estava vestindo. Por que tinha eu vestido aquela sainha curta e sexy? pensei comigo. Mas enquanto eu esperava ele dar a volta para sua porta, eu percebi que meu coração estava pulsando em meu peito. Gostei que ele tivesse olhado em baixo de minha saia. Enquanto ele deslizava em seu lado do carro eu sorri timidamente para ele. Ele olhou em meus olhos, sorriu então se voltou e deu partida. Depois que saímos e atingimos a estrada ele casualmente pôs sua grande mão preta sobre meu joelho, apertou-o gentilmente e disse: “Você se juntar a mim hoje é um sonho que se realiza, Sandra.” Fiquei triste por ele. Era uma coisa linda para dizer. Eu me sentia culpada por todas as risadas que meu marido e eu tínhamos dado sobre suas paqueras. Esse pobre animal realmente me admirava tanto. Eu queria remover sua mão do meu joelho - aquilo era absolutamente inadequado - mas após ele dizer aquilo… Eu não podia de jeito algum. Eu tinha medo de ferir seus sentimentos. E assim ele dirigiu com sua mão em meu joelho. Uma vez ou outra, deslizando-a devagarinho até o início de minha coxa. Eu estive a ponto de mandá-lo parar. Mas aquilo era tão casual, tão suave, que eu nunca cheguei a sentir que ele tivesse ido além dos limites. Contudo quando nos aproximamos da churrascaria a que ele estava me levando, eu de repente pensei, “O que diabos estou eu fazendo aqui sentada em um velho chevette quebrado com um preto velho, - alguém de quem meu marido e eu costumávamos rir - deixando-o repousar sua mão em meu joelho e de vez em quando acariciar minha coxa como se eu fosse sua puta branca ou algo assim!!!” Senti-me de certo modo estupefata e confusa quando ele abriu a porta do carro para entrarmos no “Recanto dos Manos” Churrascaria Rodízio. Tudo que eu podia pensar era como eu havia deixado isso tudo acontecer e o que estava eu fazendo aqui. Enquanto nós caminhávamos para a entrada traseira, algo mais instigou e me alarmou. A cálida umidade que eu sentia novamente na virilha de minha calcinha… obviamente produzida pelo suave manipular de meu joelho e coxa por “Seu Aldo”. “O que está acontecendo comigo?” pensei. Enquanto caminhávamos para o bar, “Seu Aldo” de repente agarrou minha mão, mantendo-a na sua como se eu realmente fosse sua mulher. Minha imediata reação foi de afastá-lo mas à medida que caminhávamos através da área do bar e todos os garçons - que eram pretos velhos, com aparência gasta, - olharam para nós, eu senti que não queria criar uma situação embaraçadora. Além disso o modo como o lugar silenciou e aqueles velhos olharam para mim, alguns com suas mandíbulas caídas, fizeram-me sentir algo estranho que eu não entendi inicialmente. Mas à medida que passávamos por eles eu me achei lentamente segurando a mão de “Seu Aldo” mais firmemente. Eu também me achei imponente, exibida, de certo modo, junto e devagarinho atrás dele… de certo modo orgulhosa de sua admiração - até mesmo respeito - por mim. E especialmente em admiração do fato de que eu estava desfilando de mãos dadas com seu amigo “Seu Aldo”. Eu rapidamente descobri meus mamilos traindo-me novamente à medida que “Seu Aldo” me fazia desfilar em frente de seus amigos na direção de nosso reservado. Eles se projetaram salientes à medida que aqueles velhos olhavam amorosamente meus seios sacolejantes. Merda! Pensei. Por que eu vestira um soutien tão transparente? Mas no fundo de minha mente eu sabia que aquilo estava estranhamente me excitando de novo contra minha vontade. Eu adorei aqueles pretos velhos me medindo de alto a baixo, lambendo seus lábios cheios de tesão. E eu estava também excitada pelo modo como “Seu Aldo” brilhava de orgulho de estar com essa jovem, loura e cheia de curvas. De mãos dadas, exibindo-a como seu ‘encontro’ para todos os seus velhos amigos cheios de tesão invejarem. Nós paramos no caminho à medida que “Seu Aldo” me apresentava a um ou dois de seus amigos como sua convidada para um “encontro de almoço”. Enquanto ele dizia aquilo, eu inicialmente senti-me com raiva, a qual aos poucos se desfez enquanto aqueles homens me olhavam de alto a baixo e assobiavam. “Puxa, Aldo, você está se dando bem, cara!” disse um deles. Eu me achei enrubescendo. Enquanto o fazia, eu podia sentir “Seu Aldo” levemente apertando minha mão. Inacreditavelmente, eu me achei retornando um leve aperto em sua mão. “O que estava eu fazendo!?!” eu gritei comigo. Mas enquanto eu fiquei ali sorrindo timidamente atrás dele - comportando-me completamente no papel de sua mulher. Eu me achei acanhadamente olhando para o chão à medida que seu amigo de vez em quando espiava durante sua conversa, obviamente checando minhas tetas e meus mamilos, agora eretos de modo obsceno. Por que eu não conseguia controlar essa situação eu ficava pensando comigo. Mas então “Seu Aldo” levava-me para o próximo amigo para uma rápida introdução, quase como um guerreiro mostrando recém conquistada presa de guerra para seu camarada. E de certo modo isso me excitou. Logo “Seu Aldo” levou-me para nosso reservado. Quando me sentei, em lugar de sentar de frente para mim, ele deslizou do meu lado do reservado. Enquanto olhávamos o menu, “Seu Aldo” mais uma vez colocou sua grande mão preta sobre meu joelho. Depois, apertando-a devagarinho, ele retomou o lento, vagaroso acariciar de minha coxa. Aquilo obviamente impressionou seus amigos sentados no bar, os quais podiam ver de seu posto de observação tudo que estava acontecendo acima e abaixo da mesa do reservado. Eu fiquei muito zangada com o fato de ele me mostrar como sua puta desse jeito e decidi que eu poria um fim naquilo imediatamente. Depois reunindo alguma coragem eu lentamente pus minhas mãos debaixo da mesa e coloquei-a na sua. Lentamente eu segurei sua mão e apertei-a suavemente. Meu jeito de dizer, por favor pare. “Seu Aldo”, delicadamente apertou minha mão de volta, segurando-a alguns segundos, então surpreendentemente deixou-a e começou a alisar minha coxa até mesmo mais audaciosamente e mais alto que antes! Eu não podia crer naquilo. Eu, de repente, dei-me conta de que aquele Neanderthal preto rude e sem educação confundira meu sinal com um de encorajamento!!! Agora, o que podia eu fazer? Eu estava zangada e frustrada, mas também de certo modo derrotada. Eu não conseguia pensar como parar aquilo sem um confronto que eu não queria de modo algum, considerando o meio em que eu estava e a exibição que “Seu Aldo” e eu tínhamos acabado de fazer para os observadores. Sua mão estava agora acariciando de meu joelho até bem debaixo de minha minissaia de couro. Ele estava agora deslizando sua mão a apenas polegadas de minha buceta úmida. Algumas vezes ele estirava a mão debaixo de minha saia e agarrava um punhado de minha coxa, então corria sua mão de volta para meu joelho. Então novamente debaixo de minha saia, a qual estava lentamente ficando arregaçada em volta de minha cintura. Enquanto isso os homens no bar olhavam atentamente e às vezes cochichando uns com os outros. Senti-me como num espetáculo de uma boate erótica pelo modo com que aqueles homens abertamente olhavam a manipulação de minha coxa por “Seu Aldo”. Então “Seu Aldo” olhou para mim e olhou em meus olhos. Eu não tinha idéia do que esperar enquanto eu olhei para seu rosto rústico e velho. Sem aviso ele curvou-se e pôs seus lábios africanos, grossos e negros nos meus! “Oh, meu Deus!” minha mente gritou. Aquilo não podia estar acontecendo comigo! Não, não, não!!! Eu pedia por favor a Deus que me deixasse acordar daquele pesadelo! Mas aquilo não era sonho de que eu pudesse acordar. Eu podia sentir seus lábios grossos pressionando os meus e fazendo meus lábios lentamente, confiantemente, eroticamente abrir. E depois a umidade morna de sua língua comprida, grossa e serpenteante dentro de minha boca. Eu estava tentando afastá-lo hesitantemente mas minhas mãos apenas tocaram seu peito. Elas paralisaram no lugar e não empurraram nem um pouco. Por que ele começaria tão confiantemente a me dar beijos de língua em frente dessa multidão? Meu cérebro lutava para pensar no que fazer à medida que minha boca estava se abrindo para a penetração oral de “Seu Aldo”. Mas então eu me dei conta do que tinha estimulado ele a fazer o que ele tinha feito enquanto sua mão continuava acariciando-me bem lá embaixo de minha saia. Eu me dei conta de que no momento em que ele olhou para mim ele tinha atingido a parte mais alta de minha coxa para sentir minha umidade se espalhando. Minha umidade lhe dissera que eu agora era sua. E sua língua continuou a empurrar através de meus lábios e enroscar em volta de minha língua. E eu reconheço que meus lábios, tão devagar inicialmente que eu quase não percebi, começaram a responder. Meu cérebro parecia que ia apagar, rendendo-se enquanto eu comecei, finalmente, a beijá-lo de volta vorazmente. Oferecendo minha língua totalmente a ele com completo abandono - para todos verem. Então ele apossou-se de meu braço e sem parar nossos apaixonados beijos de língua pôs ele em volta de seu pescoço. Eu não precisava de mais encorajamento. Comecei a acariciar seu pescoço, o dorso de sua cabeça calva e velha com uma paixão que eu nunca tive antes enquanto estava com qualquer homem… inclusive meu marido. Senti “Seu Aldo” começar a acariciar meu rosto e então deixei sua mão escorregar para meu seio. No começo acariciando-o, então começando a manipulá-lo fortemente. Logo “Seu Aldo” estava grotescamente amassando minhas tetas através de minha blusa diáfana, apertando-as e beliscando meus mamilos eretos. Ele continuou a beliscar meus mamilos até mesmo esticando-os de modo obsceno, tenho certeza de que para impressionar seus amigos curiosos no bar com seu poder sobre a loura branca que ele estava conquistando e transformando em sua puta bem na frente deles. Enquanto nós agora estávamos babando dentro das bocas um do outro percebemos um homem de pé perto do reservado. Era um negro mais velho o qual aparentemente “Seu Aldo” conhecia e que era dono do bar. Quando nós paramos nossas línguas e olhamos para ele, a mão de “Seu Aldo” ainda mexendo nas minhas tetas, ele disse, “Por que vocês dois não vão para o quarto dos fundos”. E então ele lançou uma chave sobre a mesa e se afastou. “Seu Aldo” pegou-a e começou a puxar-me da mesa pela mão na direção de um quarto no fundo do bar. Enquanto levantava da mesa eu pude ver que minha blusa estava meio desfeita e minha minissaia de couro constrangedoramente arregaçada em volta de minha cintura, mais como um grosso cinto que uma saia. Enquanto eu tentava empurrá-la para baixo com minha mão livre eu me dei conta de que todo homem no bar podia ver a grande mancha úmida em minha virilha. Agora todos eles sabiam como eu estava molhadinha por “Seu Aldo”. Enquanto “Seu Aldo” me puxava para o quarto dos fundos, eu podia ver aqueles pretos velhos esfregando seus caralhos por cima das calças e resmungando obscenidades a meu respeito enquanto passávamos por eles. Em choque, pensei comigo, “Meu Deus, eu realmente tinha me tornado puta daquele velho negrão. Eu não podia nem mesmo dizer não para um negro e tarado trabalhador braçal?” Quando entramos no quarto dos fundos “Seu Aldo” fechou a porta e me encarou. Naquele momento eu queria dizer ”chega leve-me para casa”. Mas ele apenas tomou-me em seus braços e começou a me beijar profundamente. Eu respondi imediatamente dessa vez, minha língua explorando sua boca. Quando ele se separou de meus braços ele atirou-me de costas sobre um sofá-cama no escritório. Ele olhou para baixo para mim e começou a desabotoar sua camisa. “Tire a roupa,” ele ordenou, quase de modo casual. Eu hesitei por um longo momento. Eu queria dizer não. Pensei em meu marido. Então eu o imaginei caminhando na minha direção no quarto com sua genitália infantil sacudindo entre suas pernas. Comecei a desabotoar minha blusa. Logo eu tinha desfeito meu soutien, tirei-o fora, e comecei a escorregar de minha saia. Enquanto isso, “Seu Aldo” tinha acabado de remover suas roupas e eu pude ouvi-lo grunhir uma aprovação a meus seios livres e sacolejantes enquanto eu continuava a remover minha saia e sapatos. No canto de meu olho eu podia ver seu caralho imenso e não-circuncisado sacudindo sua cabeça aprovadoramente para minha nudez - apenas polegadas longe de meu rosto. Eu olhei para ele e fiquei transfixada olhando para aquele membro negro maciço. Ele parecia quase ter vida independente, sacudindo sua vasta cabeça bulbosa, coberta por grossas orlas de pele, e gotejando preporra em profusão. Pensei que era assustador, e, contudo, maravilhoso de um modo inexplicável - e isso fez meu coração disparar com crescente tesão! “Seu Aldo” se aproximou e começou a puxar para baixo minha cinta-liga. Enquanto ele fazia isso, podíamos ver a vasta mancha úmida que meu tesão tinha depositado na virilha. Ela estava arruinada. Arruinada por meu tesão por aquele negro. Completamente nua agora eu fiquei deitada no sofá e olhei para ele. Seu incrível caralho erguia-se dele agora, curvando um ângulo de 80 graus de seu corpo. Ele tinha pelo menos trinta de comprimento e cinco centímetros de diâmetro. Eu nunca imaginei que um homem pudesse ser tão grande. Enquanto eu estava ali deitada olhando para aquilo e ele para olhando para baixo, para mim, eu ergui meu olhar finalmente para seus olhos. Olhamos profundamente nos olhos um do outro e, enquanto o fazíamos, eu lentamente levantei e arreganhei minhas pernas, chamando-o para dentro de mim. Ele ajoelhou sobre a cama e posicionou sua arma africana contra os lábios inchados de minha buceta. Um empurrão para a frente e ele estava dez centímetros dentro de mim. Quando ele começou realmente a me cavalgar - lentamente puxando pra fora e mais rapidamente metendo de volta — cada metida trazia mais e mais dele para dentro de mim. Parecia que a profundidade de sua penetração não tinha fim. Eu grunhia com cada golpe daquela lança. Eu me sentia arpoada por aquele homem que parecia um garanhão negro. E ele continuou, agora com maior velocidade e força. Finalmente, ele enfiou seus braços embaixo de minhas coxas e dobrou-me para trás, minhas pernas sobre seus ombros. Naquele ponto ele parecia um homem possuído. Ele disse entre dentes: “Minha vida toda eu quis ter uma cadela branca como você nessa posição. Agora você vai ter o que merece, sua branquela da porra, minha puta vagabunda!!!” Com isso ele começou a golpear seu caralho para dentro de mim sem misericórdia! Slap, plaft! Slap, plaft! Slap, plaft!!! Enquanto ele golpeava dentro de minhas entranhas ele também golpeava a mim e toda a cama na parede. O barulho que fazíamos entre seu corpo batendo dentro do meu, a cama a golpear na parede, e meus ooohhs e ahhhss com cada penetrante pinote estava criando um ruído ensurdecedor. Através das paredes eu podia ouvir os garçons negros todos aplaudindo no bar, incentivando, assobiando, rindo, e gritando todo tipo de observações rudes e obscenas sobre a cadela loura em quem “Seu Aldo” estava “enfiando o osso”. Eles estavam incentivando de lá o velho rústico que eles podiam agora claramente ouvir fodendo de arregaçar alguma pretensiosa esposa loura de Barão Geraldo. Eles estavam adorando! E eu também… Enquanto a metida que eu estava recebendo seguia incessante. Tudo que eu podia pensar era, “Oh, meu Deus, como ele pode fazer isso? Como ele pode manter esse ritmo?” Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Ele continuou me dando mais e mais golpes de sua aterrorizante ferramenta de ébano. Plaft! Plaft! Plaft! Eu sentia que estava sendo cavalgada por uma espécie de domador negro que iria montar sua égua loura até que ela estivesse completamente domada, submissa. plaft! plaft! plaft! Ele estava fodendo mais e mais rápido e forte. Depois de cinco a dez agonizantes minutos de “Seu Aldo” pilando dentro de minha dolorida buceta, eu senti um imenso orgasmo crescendo. Ele cresceu muito rapidamente e então explodiu em erupção em relâmpagos de luz dentro de mim. Eu logo me dei conta de que eu estava gritando, agarrando-o contra mim, minhas pernas enlaçadas em volta de sua bunda me bombando, seu êmbolo ainda batendo loucamente dentro de meu canal vaginal, domando minha buceta arreganhada como nenhum homem tinha jamais feito. Logo seu grunhir começou e então veio um golpe final, muito duro no fundo de minha cona. Como larva derretida eu podia sentir sua ejaculação lá dentro nas profundezas de meu útero. Naquele exato momento, eu soube que ele estava me engravidando. E eu soube que seria sua para o resto de minha vida. Quando ele acabou eu olhei para ele, puxei sua cabeça para mim, pus meus lábios nos seus e o beijei longamente, profundamente, minha língua escorregando como serpente dentro de sua boca. Nos beijamos durante minutos. Quando nossos lábios se separaram eu sussurrei suavemente para ele: “Eu te amo.” Seu grande rosto negro e rústico abriu-se num imenso esgar. “Como eu lhe disse, benzinho,” ele disse, “se você desse uma chance a esse negão, eu fazia você uma putinha faminta por um pintão preto.” Ele lentamente retirou o que me pareceu uma jibóia preta e melada dos lábios ainda famintos de minha buceta. Ele puxou para fora com um pop enquanto que minha buceta estava agora tão agitada com tesão por ele que não queria deixá-lo ir. Quando ele virou suas costas para mim e acendeu um cigarro, eu me sentei e me apoiei em um braço apenas, olhando para ele. Ele era gordo, suas grandes nádegas negras eram caídas, e sua barriga se projetava até mesmo dos lados. Então enquanto meu olhar baixou, entre suas pernas tortas esquálidas pendia o mais descomunal, imenso, par de culhões que eu jamais tinha visto. Elas pendiam uns quinze centímetros para baixo de sua virilha. Elas eram facilmente do tamanho de bolas de tênis. Enquanto eu fiquei ali estupefata olhando para aquelas coisas grandes e peludas eu concluí novamente que sem dúvida alguma aquele homem tinha acabado de me emprenhar. Eu certamente seria mãe de seu filho dentro de um ano. Mulher alguma podia receber uma descarga de um par de testículos daquelas dimensões sem ser fertilizada. Enquanto meu olhar de admiração continuava, eu pude ver que pendente ainda abaixo de suas bolas de elefante estava um vergalhão ainda semiduro, parecendo de um cavalo. Sua cabeça ainda inchada pendia pelo menos dez centímetros abaixo de seus escrotos. E pendurado da cabeça do vergalhão havia um gosmento cordão de sêmen ainda gotejando. Quando ele se virou para mim eu quase fiquei chocada com sua feiúra. Sua pança era imensa, seu esgar mostrava alguns dentes faltando, alguns dentes de ouro, seu nariz chato e largo atravessando sua cara, e sua genitália era absolutamente ‘anormal’ em seu tamanho. Mas em meus olhos tudo que eu podia ver era um chefe tribal africano incrivelmente másculo, o qual tinha acabado de inseminar sua escrava branca. E ele o fizera como da única forma que um cacique africano podia fazer: Violentamente e completamente! Eu me dei conta de que aquele espécime africano de homem era muito diferente, muito mais poderoso do que qualquer dos ‘meninos’ brancos com que eu tinha estado antes. E eu queria mais… Seu Aldo veio para o sofá em que eu estava deitada. De pé com suas mãos confiantemente em seus quadris ele disse: “Vista-se. É hora de ir embora.” Ainda apoiada sobre um braço eu preguiçosamente estirei e agarrei a base de seu cacete adorável e posicionei a glande em meus lábios. Olhando para seu Aldo eu dei um longo beijo no naco de carne grande e mole. Ele sorriu e disse, “Você agora é minha mulher.” Eu permanecia em silêncio, envergonhada. O que eu podia dizer? Nós tinha acabado de partilhar um ato que deve apenas ser partilhado entre marido e mulher. Como minha única resposta, comecei a beijar sua arma potente de cima a baixo, deixando minha saliva ao longo de seu cilindro grosso e venoso. Foi meu modo de dar silenciosa concordância ao seu pronunciamento. Em certo momento, enquanto eu espalhava beijos ao longo do seu caralho, eu me descobri com meu rosto enterrado em seus pêlos pubianos, grossos como bombril. Eu inalei e bebi do forte cheiro almiscarado dele… meu Homem. E eu adorei. Eu desci minha mão e empalmei suas bolas grandes e carnudas. Eu as ergui e comecei a beijar e lambê-las. Aqueles eram os vasos que iriam produzir meu primeiro bebê negro e belo, pensei. Eu lambi e amei aquelas bolas totalmente. Depois voltei minha atenção de novo para a grossa maçaneta que dominava a ponta do imenso caralho. Eu abri meus lábios e a engoli com alguma dificuldade. Achei-me começando tirar o leite de seu vergalhão com meus lábios úmidos e minha mão punheteira. Logo ele estava crescendo em minha boca, tanto que em seguida eu estava arreganhando minhas mandíbulas para ainda contê-lo. Minhas narinas abriram para me permitir respirar com seu intumescente músculo a meio caminho de minha garganta. Eu tive de me sentar na beira da cama para conseguir que minha cabeça ficasse suficientemente alta para continuar a conter seu cacete, agora duro e ereto, em minha boca, enlaçando seus quadris com meus braços e cravando meus dedos naquela bunda que parecia de pedra, para atraí-lo em minha direção de modo que eu pudesse abocanhar toda aquela carne de macho. Seu Aldo, porém não deixava de mostrar quem era realmente o dominador, e então deu um passo para longe da cama atraindo-me por seu caralho, lábios primeiro, até que eu caí de joelhos em frente a ele, ainda desesperadamente chupando seu membro carnudo. “Nada de sentar durante o trabalho, vadia”, ele grunhiu. Então ele casualmente colocou sua mão atrás de minha cabeça guiando-a enquanto ela me sacudia para a frente e para trás na ponta de sua ferramenta. A porta abriu e o velho que nos dera as chaves do quarto entrou para dizer a seu Aldo que ele precisava do quarto de volta. Na metade de seu pedido ele parou quando me viu de joelhos chupando relaxadamente o vergalhão gordo que seu Aldo tinha dentro de minha boca estufada. Eu não parei meu trabalho, por um lado, porque a mão de seu Aldo na minha nuca me impedia, mas, por outro, porque eu estava me sentindo orgulhosa de ser capaz de arrancar daquele negão poderoso que me submetera com sua imensa rola negra grunhidos de prazer que pareciam vir de um animal. Continuando minha tarefa, eu pude ouvir seu Aldo dizer, numa risadinha, para o homem: “Hei Joca, eu prometi almoço à garota, não foi? Bem, como você pode ver, É HORA DA SOPA!” Ambos riram ruidosamente enquanto eu ignorava sua piada degradante e continuava chupando e punhetando o tamarindo africano, suculento, sumarento, que seu Aldo estava me fornecendo. Logo pude sentir o caralho do velho realmente endurecido, começar a pulsar de modo aterrador, como nos primórdios de um terremoto. Ele começou a grunhir enquanto o músculo carnudo expandiu em minha boca e então vomitou aquela gosma grudenta, uma carga de porra grossa como melado em minha garganta abaixo. Comecei a engasgar, mas seu Aldo me segurou fortemente pelo cabelo não me deixando escapar de seu inflado arpão de ébano. Logo a grossa porra encheu minha boca e começou a vazar em volta de meus lábios que estavam ainda estendidos obscenamente em volta da imensa circunferência de seu caralho. Eu o ouvi começar a rir para mim entre seus grunhidos de tesão: “Esse era o drink que eu lhe prometi, benzinho. Para lavar para baixo toda aquela carne, né?” Eles gargalharam alto com isso e seu Aldo, por fim, me deixou empurrá-lo para fora de minha boca e finalmente respirar. Eu fazia força para engolir a tapioca gordurosa com que aquele velho macho africano marcara sua propriedade, mas engasgava com a qualidade e a consistência grossa da porra. Eu tossia e a gosma escorria por meus lábios e queixo. Movida por um estranho orgulho de ser capaz de servir meu homem, consumindo todo o amor com que ele me consumira, eu pegava o sêmen de volta com os dedos e o enfiava de novo entre meus lábios, meus olhos fixos nos dele, profundamente enamorada daquela monstruosidade física que se fazia, a meus olhos, o mais belo dos guerreiros. Eu caí de costas contra a cama, apenas para sentar ali no chão olhando para ele. Ainda entontecida com tudo que tinha acontecido, tudo que aquele homem tinha me feito fazer. Meus lábios estavam revestidos com o grosso brilho de sua porra. Um pouco tinha molhado minhas bochechas e caído em meu cabelo. E enquanto fiquei ali sentada, lambendo a grossa goma salgada de meus lábios, pude sentir que um fio de esperma ainda pendia gotejante, dançante, de meu queixo. Ele olhou para baixo para mim. “Você faz uma bagunça quando você come, menina. Não sei se serei capaz de tirar sua bunda daqui pra outro lugar, ao menos algum lugar onde pessoas respeitáveis vão.” Ele deu um passo em minha direção agarrou seu caralho e usou o cacete para recolher o fio de porra gotejando de meu queixo e então enfiou seu caralho dentro de minha boca como se alimentasse um bebê. Eu abri ao máximo a boca e tomei-o lá dentro e chupei o néctar fazedor de bebês de sua mangueira negra e carnuda. Homens negros tem gosto tão bom, pensei… Limpei seu caralho cuidadosamente e então comecei a beijá-lo todo novamente quando ele me afastou e começou a se vestir. Ele atirou uma toalha em meu rosto e me disse para me limpar, o almoço tinha acabado. Eu enxuguei meu rosto e lentamente me vesti. Quando terminei, perguntei a seu Aldo se havia algum outro meio de sair para que não tivéssemos que passar por todos aqueles homens. Ele olhou para mim em silêncio de túmulo: “Por que, você tem vergonha de algo”?” “N,… não… não apenas… Bem… Eles todos ouviram e sabem que… o senhor sabe… seu Aldo… seu Aldo, por favor… Eu… Eu não quero…” Ele me esbofeteou de repente duas vezes. Duas bofetadas em série e rápidas, primeiro com a frente, depois as costas da mão. Então disse: “Nunca mais aja como se sua bunda de vaca branca tivesse vergonha de estar com Aldo Silva! Entendeu, cadela?” Nenhum homem tinha jamais feito aquilo comigo antes. Eu escondi meu rosto e me protegi. Eu não estava certa se ele faria aquilo outra vez. Eu estava assustada. Mas também… respeitosa. Aqui estava um homem. Um que, eu agora entendia, não iria aceitar brincadeiras minhas. Nenhuma, ponto final! Eu tinha sempre sido capaz de manipular homens no passado. Homens brancos. Mas esse não iria ser o caso com aquele homem. Aquele homem negro, forte, dominante e muito poderoso, negro africano. Seu Aldo tomou-me pela mão, abriu a porta, e da mesma forma como entramos na churrascaria, nós saímos. Seu Aldo puxando-me pela mão e eu sendo levada atrás dele. Levada pelo homem que tinha acabado de me tomar completa e irrevogavelmente como sua propriedade na frente de todos no bar-grill para todos verem. Pela primeira vez em minha vida, eu sentia que um homem realmente “me possuía”. Quando chegamos de volta à porta traseira do prédio do escritório, eu perguntei: “seu Aldo, por favor não fique zangado, mas o senhor vai… o senhor vai…”, eu estava gaguejando, tentando encontrar as palavras certas. “Eu vou o quê?” seu Aldo perguntou quase sarcasticamente. “o senhor sabe… o senhor vai… Bem… o senhor vai dizer a todos que o senhor – e eu disse a palavra que ele esperava, e que me envergonhava dizer – que o senhor me fodeu?” Ele sorriu. “Não, merda”, ele disse, “eles viram você, uma belezinha branca, desaparecer na hora do almoço com um macho tesudo como eu… diabos, vamos deixá-los tirar suas próprias conclusões, né?” então ele piscou e me deu um grande sorriso condescendente. Senti-me enjoada e envergonhada do que eu tinha acabado de fazer por aquele velho zelador preto e desagradável. Contudo enquanto eu abria a porta do carro e estava prestes a sair eu não pude evitar perguntar: “Nós vamos almoçar outra vez?” “Querida, eu sou um homem ocupado. Vamos ver. Tchau!” Com isso, seu Aldo fechou a porta e se foi.Eu caminhei para o prédio, meu rosto vermelho, tanto de raiva quanto de humilhação. Como podia aquilo ter acontecido comigo, pensei. Eu tinha sido usada por um zelador negro e velho - e em um simples almoço… “encontro”. O resto do dia no trabalho eu não pude pensar em outra coisa exceto quão enraivecida eu estava comigo mesma e com aquele negro animal. E contudo, várias vezes eu tive que fugir para o sanitário feminino, entrar num reservado, baixar minha roupa de baixo, e aliviar o inacreditável tesão entre minhas coxas abertas. Naquela noite quando cheguei em casa eu estava muito quieta. André, saindo do chuveiro, começou a me questionar sobre o trabalho aquele dia. Finalmente, eu casualmente mencionei que eu fora almoçar com seu Aldo. Houve um longo silêncio e então André veio até mim e disse “o quê?” num tom de voz muito alto e muito chocado. “O que diabos você está pensando!?!” ele berrou, lançando-se sobre mim de um modo quase ameaçador. “Bem, ele é muito, muito persistente”, eu disse. E eu disse isso num tom casual, quase provocador. Eu acho que no fundo eu estava realmente muito zangada. Zangada porque meu marido não era homem bastante para manter-me satisfeita em casa. Homem bastante para manter outros homens ao largo. Depois de tudo, pensei, eu tinha lhe dito que aquele homem estava dando em cima de mim e ele nada fez. Nada para proteger e defender-me - e minha honra. Uma honra que agora se fora - tomada para sempre. Tomada por um zelador preto e com 65 anos de idade. “Por que você não lhe disse apenas não!?!” A voz de André estava subindo agora. Ele estava quase ficando histérico. Como uma mulher, pensei. E ele parecia tão ridículo outra vez, parado ali gritando, nu, com seus pequenos genitais pendendo e sacudindo de um lado pra o outro como se alguém tivesse grudado as partes privadas de alguém de cinco anos num homem de 30. Tudo que eu podia fazer era me perguntar o que eu havia visto naquele homem?. Ele agora parecia tão ineficiente, tão fraco, tão impotente… tão branco. Eu me levantei, despi-me e caminhei para o chuveiro deixando-o ali dizendo, “Bem… Bem… você vai dizer algo?” Lá do banheiro, eu respondi enquanto fechava a porta. “Não.” Eu abri o chuveiro, mas antes de entrar notei o que meu marido devia ter visto quando eu me despi. Minhas costas estavam esfoladas e vermelhas de toda a esfregação no sofá daquele quarto dos fundos em que seu Aldo tinha me fodido. Também minha buceta estava vermelha e dolorida tanto pelo caralho esfolador de seu Aldo quanto por minha própria masturbação constante ao longo do dia quando fiquei relembrando o momento em que fora possuída. André tinha que ter percebido. Era inevitável. Minha porçãozinha de pêlo de buceta estava embaraçada com sêmen seco. Em resumo, eu estava uma bagunça com sexo recente. E até mesmo cheirava a isso. Pensei: “Ele sabe que seu Aldo me fodeu. Ele sabe e, contudo, tudo que ele faz é ficar ali e ficar histérico pedindo-me para dizer algo.” Eu entrei no chuveiro e deixei-me molhar. Quando eu me sentei na borda da banheira, senti a água bater nos meus seios, barriga e parte interna das coxas, e comecei a ficar excitada outra vez. E dizer em meus pensamentos agora “seu Aldo” não era mais apenas um modo de me referir a um desconhecido mais velho, mas meu modo de render homenagem a alguém superior a mim, a meu dominador, ao dono daquele salame negro que modificara minha vida para sempre. Era um modo de demonstrar para mim mesma que as pistoladas de seu Aldo em minha buceta, tinham feito dela “sua buceta”. E era um modo de esconder também que aquele que meu cérebro chamava de “seu Aldo” meu corpo chamava de “meu Aldo”. Enquanto minha fantasia sobre o velho zelador continuava… Eu gozei. Muito fortemente, quase violentamente. “OH… Oh… oh..ooooohhhh. Oh, seu Aldo, seu Aldo, seu Aldo”, eu gaguejei mais e mais. Naquela noite na cama André subiu em cima de mim e tentou me montar. Mas não pôde. De nada adiantou o tanto que ele tentou, porque nem mesmo chegou perto de ficar duro. Parecia patético, quando ele começou a esfregar seus genitais moles contra minha buceta. Então de repente, ele rolou de cima de mim e começou a se lamentar em nossa cama. “Ele espera que eu o console? Ele me dá nojo!!!”, pensei. Quão estranho… Parecia que aqui estava um homem que rira de outro que abordara sua mulher, mas agora descobrira que ela lhe fora tomada por aquele mesmo de quem rira. E agora aquele preto velho que fora chamado de ‘ridículo’ estava, com efeito, emasculando-o através da sedução de sua mulher. “Quem está rindo agora?”, pensei. Na manhã seguinte, enquanto eu me vestia para o trabalho, André começou de novo. “Olhe, eu vou perdoar você, Ok? Mas de agora em diante você lhe diga ‘Não’. Entendeu?” Eu olhei para ele com desprezo: “Por que você não vem ao escritório e lhe diz ‘Não’ você mesmo. E seja um homem - ao menos por uma vez!” “Certo. Eu podia fazer exatamente isso!” “Vou esperar sentada…” eu lhe disse enquanto saía. O dia passou, porém, sem que seu Aldo me procurasse. E o dia seguinte, e mais outros. No trabalho, a cada dia, eu esperava seu Aldo encontrar um motivo para vir ao meu departamento para consertar algo. Eu pensei que sem dúvida alguma ele encontraria uma desculpa para me ver. Mas enquanto os dias passavam, nada de seu Aldo. Finalmente, comecei a inventar esdrúxulos motivos para chamar a manutenção para tentar conseguir que ele viesse ao meu departamento. Mas cada vez outro homem aparecia. “Droga”, descobri-me pensando, toda essa roupa sexy, mas ele nem mesmo vem dar uma olhada. Enquanto os dias passavam comecei a ficar zangada. “O quê? Ele pensa que é bom demais para mim???” Eu me descobria completamente distraída e furiosa. “Ele é um merda de um negro zelador. Pensei de modo racista. “Ele devia sentir-se com sorte por ter tido o que eu lhe dei!” Mas depois, como acontece com as mulheres, comecei a perder minha confiança. Talvez eu não tivesse sido tão boa no sofá aquele dia, pensei preocupada. Talvez outras mulheres tivessem lhe agradado mais. Talvez eu pudesse fazer melhor da próxima vez se eu lesse livros sobre o que os homens gostam. Talvez eu devesse perguntar a algumas das mulheres negras aqui do escritório o que elas faziam para agradar seus homens. Meus pensamentos iam e vinham até que me desesperei; convenci-me que eu não chegara aos pés do tipo de mulher que podia manter um homem como seu Aldo. Mas talvez fosse verdade, talvez eu apenas não fosse boa o bastante para ele. Logo eu me achei imaginando desculpas para ir lá embaixo no porão visitar o Departamento de Manutenção. Uma sexta-feira eu decidi que faria isso. Eu iria lá e descobriria por que seu Aldo nunca me chamara outra vez. Eu desci ao porão, fui vestida num vestido de crochê apertado, bastante curto e calçando sapatos de saltos altos, muito altos. Eu queria estar vestida para matar. Quando eu bati na porta eu ouvi a voz de seu Aldo dizer, “Entre!” Eu abri e ali estava ele sentado à mesa jogando cartas com vários outros pretos, todos parecendo atônitos por ver loura jovem, gostosa, chamando por ele. “Seu Aldo eu podia ter uma palavrinha com o senhor?” eu perguntei de certo modo acanhadamente. Seu Aldo virou-se com um grande sorriso para os outros homens - os quais devolveram seu sorriso com os seus próprios sorrisos e caretas - e disse, “Claro benzinho. Sem problema.” Enquanto saíamos da sala, seu Aldo virou-se de novo para os outros e lhes deu outro sorriso seguido por uma careta obscena com movimentos com a língua. Todos riram enquanto nós saíamos ao corredor. Naquele ponto meu rosto já estava vermelho de embaraço e raiva de ser tratada como uma vagabunda. Quando descemos o corredor para uma área onde podíamos conversar, voltei-me para seu Aldo e disse: “Então, o senhor não ligou… o que aconteceu?” eu tentei falar com um tom casual, mas minha raiva e nervosismo me traíram e seu Aldo pôde ouvir desespero em minha voz. Eu era sua. “Benzinho, faz apenas umas duas semanas. Cristo, eu não pensei que você estivesse precisando de mais tão cedo”, ele me repreendeu com um grande esgar condescendente. “Olhe, corte o tom condescendente!!!” Minha voz se elevou de repente, expondo novamente minha carência. “Ei, Ei, benzinho… Isso soa como se você estivesse tendo pequenos chiliques outra vez. Agora você lembra o que aconteceu da última vez que você teve um chilique… você quer um pouco mais daquilo?” ele disse referindo-se às bofetadas que ele tinha me dado no quarto dos fundos do bar no dia em que tinha me fodido. Então seu rosto se iluminou, “Então outra vez, talvez isso seja exatamente o que você quer. Hem, benzinho. Eu tenho a impressão você gosta de um pouco de rudeza, né?” ele disse, de modo cru sorrindo para mim. Meu rosto estava vermelho e eu me sentia de certo modo entontecida com o que ele tinha acabado de me acusar. Talvez porque houvesse mais verdade naquilo do que eu ousava admitir pra mim mesma. Novamente, eu senti meu corpo todo responder ao que seu Aldo tinha dito. Quando eu tentei olhar para baixo para fugir do seu olhar lúbrico comecei a sentir meus seios se projetando e inchando. A droga dos meus mamilos novamente começaram a espichar para obscenas proporções contra o apertado tecido do vestido. E meus lábios vaginais também estavam inchados e ficando melados. “O que estava acontecendo?”, pensei. Será que eu gostara da surra que aquele bruto tinha me dado? Eu lembrei que eu me sentira tão segura aquele dia logo após ele fazer aquilo. Muito mais que agredida eu me sentira na presença de um homem mais poderoso, mais seguro de si do que eu era e do que qualquer pessoa que eu já tivesse conhecido. E eu gostara daquilo. “Eu não gostei daquilo”, menti. “Bem, você diz não… mas eles dizem, oh siimmm”, ele disse quando começou a agarrar meus seios e manipular os mamilos com o polegar. Eu estava excitada e ele sabia disso, aquele homem que tinha tão rápida, e tão facilmente, se tornado meu dono sexual. E eu queria muito lhe dar prazer como sua escrava sexual. “Benzinho, Por que você não abaixa e faz o que você faz melhor, hem?” ele sugeriu. “Eu não posso, não aqui. Qualquer um pode nos ver”, eu disse, embora nós estivéssemos numa área razoavelmente segura. “Eu estou ouvindo que você tem vergonha de ser vista com um homem negro, Benzinho?” seu Aldo perguntou, ameaçadoramente. “Não… não bem, realmente. O senhor sabe disso. Eu lhe disse como eu me sentia antes a respeito disso…” “Bem, você tem de me mostrar”, seu Aldo respondeu com um tom exigente e zangado, enquanto ficou esperando. Esperando ‘sua mulher’ agir. Depois de uma longa pausa - e depois que eu não pude mais suportar o crescente suspense de seu olhar zangado - Eu fui e comecei a desafivelar seu cinturão, comecei a abrir o cós de sua calça e o zíper de sua braguilha. Em seguida eu estava ajoelhada na frente dele, puxando para baixo suas calças. Eu amei cheirar o forte odor almiscarado de sua virilha outra vez. Eu agarrei seu estupendo, monstruoso caralho e comecei a masturbá-lo. “Despertando a serpente para a vida”, pensei. Depois de tudo, havia um trabalho a ser feito - e eu era o trabalho que ele precisava fazer!!! Eu fiquei mamando e beijando o caralho de seu Aldo mesmo quando intermitentemente olhava sobre meu ombro e em volta da área, temerosa de que a qualquer minuto alguém nos descobrisse. Meu Deus, pensei. O que eu iria dizer? Uma Gerente de Marketing se escondendo no porão para chupar um zelador! E eu ainda era uma recém-casada!!! Além disso, Como poderia explicar aquilo para qualquer outra pessoa? Eu não podia nem mesmo explicar isso para mim mesma…!!! As mãos de seu Aldo estavam agora em meus cabelos, direcionando minha cabeça e boca para a tarefa. Comecei chupando-o vorazmente, querendo ter certeza dessa vez de que eu satisfaria totalmente aquele homem… meu homem. Eu balancei minha cabeça de cima a baixo de seu cacete que engrossava de modo exagerado, puxando e punhetando a grossa carne africana que ele oferecia a mim, sua escrava branca. Enrolando minha língua embaixo e em volta do embainhado calombo de seu caralho não-circuncisado, eu trabalhava furiosamente para dar àquele naco de masculinidade africana tanto prazer quanto eu pudesse. Minha língua sondava as camadas de pele que cobriam a glande de seu vergalhão até que comecei a ouvi-lo grunhir e resmungar para mim… “É isso aí branquinha vagabunda, putinha do caralho. Faz o que você nasceu pra fazer, cadela: chupar o caralho de um negão. ‘Porque é só pra isso que você presta puta-chupadora! Chupar um caralho preto!” Eu sabia que quando ele me xingava de nomes mais e mais rudes era porque ele estava chegando perto de gozar. Por isso eu me esforcei mais; puxando, chupando, lambendo e de vez em quando tirando pra fora e beijando seu membro maciço. Ele estava como aço agora e sua arma inchada começou a expandir para o ponto de explodir. Naquele momento ele tirou de minha boca e começou a punhetá-lo em meu rosto. “Abre bem puta vagabunda!” ele ordenou. Eu abri minha boca de modo submisso e esperei. “Obedecendo meu senhor como um cão faria”, pensei. E então ele gozou!!! Como uma represa explodindo ele disparou carga após carga dentro de minha boca; em todo meu rosto, testa, cabelo e então, aparentemente, sobre toda a frente de meu vestido de crochê… Eu estava sendo coberta da porra que tinha me emprenhado em nosso primeiro acasalamento, pensei no fundo de meu cérebro cheio de tesão. Eu empalmei seus testículos descomunais e então comecei a ordenhá-los, tentando extrair mais do molho grosso e leitoso em que eu já estava ensopada. Meu cabelo estava gotejando seu sêmen na minha nuca. Era quente, ardente, com sua semente poderosa. Que desperdício, me pareceu, de futuros machos negros. Eu lambi a gosmenta semente desperdiçada ainda gotejando e minando de seu caralho. Eu babava sobre ele, lambendo e limpando meu homem com todo o amor de meu ser. Seu Aldo afastou seu caralho de mim e estapeou meu rosto com ele duas ou três vezes: “Eram palmadas de cadela que você queria, ein, benzinho?” ele sacaneou do modo mais aviltante que um homem podia a uma mulher que ele sabia que era sua - completamente. “Porra, garota, olhe só o que você foi fazer com esse vestido você babou ele todo. Porra, você é mesmo uma vadia.” Eu olhei para baixo para a grossa mancha gosmenta que corria de cima a baixo da frente de meu vestido, da gola até meu umbigo. Eu estava totalmente lavada pela mangueira de seu Aldo. Comecei a sentir-me envergonhada. Eu me sentia como as putas de verdade sobre as quais eu tinha sempre fofocado na escola quando eu era rainha da primavera e baliza da fanfarra. Agora eu estava de joelhos, tendo acabado de chupar um velho zelador de 65 anos, e coberta com a porra daquele negão. E comecei a chorar. “Oh merda, cara, não vamos começar com isso, gostosinha”, ele disse, ficando irritado. “Vamos”, ele grunhia enquanto ele me levantava e me ajudava a entrar numa sala fora do corredor. Ele acendeu a luz e disse que ia me ajudar a limpar. Ele achou alguns lenços de papel e os entregou para mim enquanto eu enxugava meu rosto e assoava meu nariz. Eu queria muito sua simpatia… E mais. Mas ele estava claramente apenas tentando terminar seu prazer barato de modo a poder voltar a trabalhar. Comecei a chorar novamente enquanto eu esfregava meu cabelo grudento. Diante disso, seu Aldo pôs seu braço ao meu redor e disse, “Hei gostosinha, Sinto muito. Eu estava só brincando, OK?” Eu balancei a cabeça demonstrando aceitar de suas desculpas. E ele começou a acariciar minha nuca por trás. Parecia gentil e tão bom. Alguma ternura, finalmente, deste homem estúpido. Então suas mãos me envolveram pelas costas e começaram a amassar minhas tetas. Primeiro suavemente, então mais rudemente. Eu podia sentir seu caralho endurecer se enfiando entre minhas nádegas. Mesmo por cima de meu vestido e de suas calças, era tão grande que eu podia sentir cada minucioso detalhe de seu formato, desde as veias até a crescente maçaneta do tamanho de uma ameixa. Sem nenhuma outra palavra ou aviso, seu Aldo levantou meu vestido sobre minha cabeça. “Merda, eu preciso de você de novo, cachorra”, ele exclamou. “Tire o soutien..” ele exigiu. Eu baixei meus braços que tentavam instintivamente cobrir meus seios. Depois de um breve momento de pausa, eu passei as mãos por sobre o meu ombro e abri meu soutien. Eu o deixei escorregar por meus braços para minhas mãos e através delas para o chão. “Tire isso”, ele mostrou minha calcinha mesmo enquanto ele estava abrindo e tirando suas calças. Eu retirei minha calcinha que estava úmida - o que tinha agora se tornado tão comum para mim, especialmente, quando perto de seu Aldo - saí de meus saltos altos e chutei-os para longe. Seu Aldo tinha percebido a umidade em minha calcinha e murmurou, “vaquinha ninfomaníaca…”. Ele tirou sua camisa e ficou nu agora exceto por suas botas. Eu pus meus saltos altos de novo e fiquei nua na frente dele. Nós dois nus e calçados. “Vire-se e curve-se!” Eu fiz como ele mandou e debrucei sobre uma mesa no quarto sujo. Eu senti o calombo gordo de sua rola começar a se esfregar em toda a extensão da minha fenda melada. Com pequena hesitação, ele enfiou e depois puxou meus quadris de volta para seu longo e grosso arpão, empalando-me com todos os trinta centímetros de seu sexo. Ele começou a bombá-lo para dentro de mim! Eu tinha certeza de que alguém ouviria as ruidosas batidas - Xilap! Xilap! Xilap! - de seus quadris na minha bunda, assim como nossos grunhidos enquanto nos acasalávamos violentamente no quarto escuro. Novamente e novamente ele dirigiu seu poderoso êmbolo para dentro de minha buceta dolorida, mas faminta. Suas imensas mãos negras amassaram minhas tetas rudemente. Ele puxava e beliscava meus mamilos fazendo-me gritar de dor mas também de tesão. Eu me sentia como uma vaca sendo ordenhada por seu dono. E eu adorei. De repente, o quarto todo estava com o cheiro de almíscar de nosso acasalamento. Então seu Aldo agarrou um punhado de meu cabelo, puxou minha cabeça para trás, golpeou fundo para dentro de mim e ejaculou sua negra semente lá dentro no fundo de meu ventre. “Você é minha égua reprodutora, Sandrinha”, ele grunhia enquanto seu caralho de garanhão começou a inchar e cuspir… E inchar e cuspir… outra e outra vez, despejando seu esperma africano, como lava, no meu útero. Quando acabou, ele silenciosamente, e casualmente, vestiu-se e começou a deixar o quarto. “O senhor acabou?” eu perguntei com raiva e sarcasmo. “Sim”, ele replicou sem sentimento. Eu fiz uma pausa sem saber o que dizer… minha raiva exaurida enquanto eu me dava conta de que ele estava para partir sem qualquer sentimento de culpa… E pouco interesse. “Eu vou ver o senhor outra vez?”, eu perguntei, mas de um modo que deixava claro que eu estava implorando. “Vamos ver.” ele disse, e se foi. Eu me vesti. Caminhei para meu carro tentando cobrir a imensa mancha de esperma que corria ao longo de meu vestido e entrei. Quando comecei a sair do estacionamento para ir para casa e me trocar eu vi seu Aldo no estacionamento com alguns outros negros da manutenção rindo alto e apertando as mãos uns dos outros. Eu dirigi para casa num torpor, relembrando como meu pai sempre se referia a mim como sua “Princesa Ariana”… E se ele me visse agora, pensei, dirigindo para casa depois de ter chupado e fodido um zelador negro, mais velho que ele. Quando me separei de seu Aldo, cheia de vergonhas e mágoas de mim mesma por não saber como resolver minha vida, fiquei pensando que devia ir visitar meu pai, voltar a minhas raízes, buscar uma tranqüilidade que eu perdera no quarto dos fundos do “Recanto dos Manos” bar-grill. Ao chegar em casa, fiz planos para ir para Londrina visitar meu pai e liguei avisando. Ele ficou contente e começou logo com seus comentários sobre “Princesa Ariana”, etc. Encontramos no aeroporto e minha mãe não estava ali por que fora visitar alguns parentes em Curitiba. Chegando a área interna do aeroporto, Papai correu e me segurou em seus braços e sussurrou, “Bem-vinda ao lar, Princesa.” Saímos para jantar e os olhos de papai não me deixaram a noite toda. Era tarde quando entramos em casa e eu subi para meu quarto de dormir. Nós caímos no sono. Quando despertamos, nos beijamos, acariciando-nos como amantes fazem ao acordar. Papai tinha um olhar distante enquanto estávamos deitados juntos.”O que é, papai?” eu perguntei.”Princesa. Você já… Er… uh… já… você sabe,… Esteve com um negro? Você sabe…?” Eu deixei a pergunta cair no silêncio do quarto. Longos momentos passaram e eu fiz o suspense de minha resposta crescer.”Sim.” eu finalmente murmurei. Uma careta de dor se espalhou sobre o rosto de meu pai enquanto ele jazia ali, ainda me abraçando em seus braços.”Por que você me pergunta, papai?” Depois que o pior da dor pareceu sair de seu rosto ele começou a revelar uma história há muito escondida:”Quando sua mãe e eu nos casamos… Eu tive que partir para a guerra… E, quando eu retornei, eu ouvi um rumor estranho e terrível na cidade. Sua mãe, me foi dito, tinha estado vendo um homem negro mais velho na cidade, o qual era dono de alguns bares e lojas de bebidas…”Enquanto meu pai procedia com a história meu sangue gelou. Minha mãe e um negro mais velho! Como podia ser? Seria aquilo algo genético nas mulheres de nossa família! Eu não poderia num milhão de anos imaginar minha bela e conservadora mãe nos braços de um homem de descendência africana.Meu pai continuou:”Acho que ele tinha estado perseguindo ela e ela tinha repelido ele diversas vezes… mas depois… Ela finalmente aceitou seu convite… quando eu lhe perguntei porque, ela disse que o homem foi persistente fora do normal… Ele gastou sua resistência e ela pensou que talvez se ela fosse jantar com ele, poderia fazê-lo parar.” Meu coração pulsava enquanto eu ouvia uma história que inicialmente parecera inacreditável em se tratando de minha mãe, e contudo, tão estranhamente familiar em se tratando de meu próprio passado recente. “Ela foi jantar com ele”, papai continuou, “e o jantar logo se tornou uma noite completa juntos… Em seu apartamento… Em sua cama. Jesus! Acho que ela o satisfez de todo modo que uma mulher podia” Papai fez uma pausa enquanto ele revivia a dor da traição de minha mãe. “Eles se viram muitas vezes nas próximas duas semanas e então aquilo subitamente acabou. Quando eu perguntei porque ela decidiu finalmente parar… Ela disse: que não fora ela. Ele decidira. Ela aparentemente lhe implorou para continuar com ela, mas ele disse que tinha cansado dela… E tudo que ela tinha estado lhe dando aquelas noites.” Eu estava pasma com tudo o que tinha acabado de ouvir. Papai acabou a história com: “Alguns meses após sua confissão para mim, nós tivemos uma infeliz descoberta. Sua mãe estava grávida de Joca. Ela teve de fazer um aborto.” Joca!!! Onde tinha eu ouvido aquele nome antes!?! Estranho… não era esse o nome do velho no “Recanto dos Manos” Bar Grill onde seu Aldo tinha me fodido na nossa primeira vez? “Era uma cidade pequena”, papai concluiu, “todo mundo ouviu… sobre o bebê e tudo… nós tivemos que mudar. Eu era o maldito motivo de riso da cidade.” Ele virou sua cabeça e fez uma pausa por alguns minutos enquanto retomava sua postura. “Princesa, voltando a você, isso foi há muito tempo… sua..er, uh… ‘relação’… com o negro… ou, você sabe, foi, uh… recente?” “Recente.” eu respondi sem emoção. Mais dor veio ao seu rosto. “Você vai vê-lo de novo”, ele perguntou solenemente. “Sim.” eu respondi simples e diretamente. A dor cobriu o rosto de papai de novo enquanto ele rolava para longe de mim e sentava na beira da cama. Cabeça nas mãos, ele começou a soluçar. Eu fiquei deitada ali, olhando para o teto, não oferecendo palavras ou simpatia. Ele tinha perdido ambos seus mais protegidos amores, sua esposa e sua filha, para os braços… E virilhas… de pretos velhos. Enquanto continuava a chorar, cada vez mais alto, ele se ergueu com suas costas para mim e cambaleou para fora do quarto. No canto de meu olho, eu vi no espelho do quarto enquanto ele saía, seu gordo e carnudo caralho balançando na frente dele, duro de tesão, apesar de sua angústia. Levaria algum tempo até eu entender completamente a doentia autocomiseração, e contudo excitação, que homens brancos encontram na consciência de que os mais preciosos amores de suas vidas - suas esposas e filhas - foram penetradas por caralhos negros… E, ainda mais, emprenhadas pela semente de um homem negro. Em pouco tempo eu me encontrava num táxi rumo ao aeroporto para tomar meu vôo de volta para Campinas. Minha vida tinha mudado tão terrivelmente nas últimas duas semanas, eu refleti. Eu tinha me tornado a trepada fácil de um zelador negro e me tornado obcecada com seu caralho. Pior ainda, minha gravidez iria logo mostrar a todo mundo que eu estava para ser a mãe de seu filho. Enquanto eu dirigia para tomar meu avião, embora ainda desnorteada, eu vi à minha frente, o caminho aberto pelo qual minha vida teria agora seguimento. Comecei a pensar de novo - como minha mãe tinha feito anos antes de mim — no amor de minha vida: um velho negro a quem meu corpo e alma estavam agora devotados. Seu nome - seu Aldo !
Um dia, no trabalho, seu Aldo me disse que embora eu nunca tivesse encontrado alguém do resto de sua família, ele queria que eu conhecesse seu “papai”. Eu não podia acreditar que ele pudesse ter um pai ainda vivo, mas ele me disse que certamente tinha e que seu pai tinha apenas 80 anos. Ele queria que eu o encontrasse e a seu pai no aniversário de seu pai. Pensei que aquele era o mais belo gesto que ele já tinha feito em termos de tratar-me como se eu fosse realmente parte de sua vida. Só por isso concordei em encontrá-los na casa de seu pai naquele dia depois do trabalho. O pai de seu Aldo era muito velho e curvado. Ele era desdentado e usava suas calças puxadas quase até o seu peito, presa ali por um grosso par de suspensórios velhos. Tinha cabelo grosso crescendo para fora de seus ouvidos e era ligeiramente surdo. Pensei que talvez se ele cortasse um pouco os pelos de suas orelhas fosse capaz de ouvir melhor. Mas preferi não oferecer minhas sugestões. Quando encontrei “Oto”, eu estava vestindo um vestido preto curto, com um decote profundo. Eu queria impressionar. Eu também usava a corrente de seu Aldo em meu tornozelo. Eu preferia não desobedecer ou agir demasiado independente e, ademais, secretamente eu adorava pensar em mim mesma como propriedade de seu Aldo. Creio que aquilo era tão excitante para mim quanto para ele. Nunca esquecerei o olhar no rosto de Oto, quando fui apresentada a ele. Ele me olhou de cima a baixo como se não pudesse acreditar que eu fosse mulher de seu filho. Seu rosto se iluminou e ele ficou quase sem fala. Então ele disse alto, para seu Aldo enquanto olhava para mim, “Puta merda, filho … Eu não tinha idéia de você estava falando de algo assim!!!” Eu sorri e fiquei ruborizada. Eu estava agradavelmente constrangida. E então enquanto o ancião me olhava, meus seios retomaram seu hábito - enquanto admirados por homens negros mais velhos - de inchar, erguer-se, e projetar seus mamilos. Oto notou. A múmia de ébano na minha frente começou a lamber seus velhos e grossos lábios e, surpreendentemente, comecei a ver suas calças estufar. Oto era grande como seu filho. Seu Aldo tivera de quem herdar suas características. Na mesma hora em que Oto me notou e minhas protuberâncias, eu notei a dele. Nós dois estávamos impressionados com os dotes um do outro. Oto deu uma palmadinha no sofá junto a ele e me pediu para sentar ali. Eu fiz isso. Seu Aldo então me surpreendeu ao pedir desculpas, dizendo que precisava ir à loja de bebidas buscar umas cervejas. Oto e eu ficamos juntos sentados no sofá. Ele virou-se para mim, dizendo-me que me achava, “uma beleza.” Quando ele se virou, o volumoso arpão que era seu caralho projetou-se, esticando suas calças de modo obsceno. Eu fiquei ruborizada e disse “obrigado”, mas não pude evitar dar uma espiada em seu equipamento e imaginar seu tamanho - e poder de enrijecimento. Oto me falou de sua infância lá em Pernambuco e de como ele muitas vezes se descobrira desejando alguma bela mulher branca, e então tinha que desviar seus olhos quando ela olhava de volta, temendo por sua vida se seu olhar fosse tomado for lubricidade - o que às vezes era. Oto me disse ele idolatrava aquelas belas damas filhas dos fazendeiros, as quais ele às vezes via de longe. Mas ele também as odiava por sua pretensão de superioridade e afetação. Ele sempre desejara poder apenas uma vez estar com uma. “E agora,” ele disse: “com você, Sandrinha, aqui em meu aniversário - talvez meu último - meu filho me diz que você vai fazer meu desejo realizar-se, né?” Eu estava chocada. Ele estava brincando? eu pensei. Eu sorri e tentei rir daquilo, “Oh certamente, Oto, eu sou apenas um presente especial para você hoje, certo?” eu ri. Mas Oto não estava rindo. “Você ri, mocinha… Mas é pra isso que você está aqui certo?” Oto parecia magoado. Eu imediatamente soube que seu Aldo tinha feito uma piada cruel com nós dois. Eu me senti péssima por Oto. Como podia seu Aldo fazer aquilo ao seu velho pai de 80 anos? “Oto, eu sinto muito. Eu acho que seu Aldo fez uma piada cruel com nós dois. Eu vim aqui apenas para desejar feliz aniversário a você, nada mais.” Oto pareceu pender, tão triste e constrangido parecia. “Eu devo ser um tolo,” ele resmungou, “Eu devo ser um tolo para pensar que uma deusa como você iria querer…” “Não Oto, não diga isso,” eu atalhei, sentindo-me terrível por aquele pobre velho homem. “Não há motivo para que uma mulher não queira estar com um homem como você,” eu disse: tentando levantar seu ânimo. Mas eu não imaginei como minhas palavras poderiam soar para um homem velho desesperado. “Por quê?” ele me disse desafiando. “Bem, você é mais velho, mais experiente e mais maduro que muitos homens mais jovens. Você deve saber, seu Aldo deve ter lhe falado sobre nós dois, e você deve saber, pelo que ele lhe disse, que muitas mulheres brancas jovens e bonitas são particularmente atraídas por homens negros muito mais velhos.” Eu podia ver seu ânimo se elevando. Mas, infelizmente, eu notei que o nervo em suas calças estava subindo também. “Então, você realmente acha esse preto velho de certo modo atraente, né?” Eu fiquei paralisada naquele momento. O que eu podia dizer? “Sim. É claro. … você é muito, muito elegante, Oto, você realmente é.” “Bem, então, doçura, porque você não toma uma amostra de um pouco disso, hem?” ele disse desviando o olhar para seu enorme pau duro. “Bem, Oto, eu sou namorada de seu Aldo. Você entende, né?” Oto debruçou-se e começou a acariciar minha coxa. “Qualquer coisa que é de meu filho é minha por direito de família.” Normalmente, eu teria rido de um comentário tão sem sentido. Mas eu vi que Oto estava sério. E seu manuseio estava começando a deslizar cada vez mais pra cima de minha coxa. Eu tentei segurar seu pulso e empurrá-lo delicadamente, dizendo, “Oto, isso é realmente descabido,” mas era claro que o velho não tinha tido nenhum conhecimento sobre o que significava assédio sexual - e ele realmente não ligava se seu apalpar de minha coxa era `descabido’ ou não. “Porra, Sandra, você tem umas lindas pernas!” Oto exclamou, olhando para a carne que ele estava apertando no alto de minhas coxas carnudas. Enquanto eu lutava, tentando empurrar suas mãos, eu respondi de modo ridículo, “O-obrigado, Sr. Silva. É-É muito gentil de você dizer … Mas é realmente, realmente descabido você estar me apalpando desse jeito!” Lentamente, aquele velho sátiro estava fazendo minhas coxas abrirem. Eu me senti desamparada, eu não queria insultá-lo e sentir a ira de seu Aldo, mas eu não queria me submeter àquele horrível e rústico bode velho. “Vamos Sandra, você sabe que você me quer. Eu vi você olhando minha manjuba, mocinha.” Oto estava certo em certa medida. Enquanto eu tentava rechaçá-lo, não pude evitar espiar a volumosa protuberância dentro de suas calças. Havia até mesmo uma mancha úmida crescente formando-se bem acima da cabeça dele, encharcando o tecido surrado. Comecei a imaginar, que se eu apenas o esfregasse um pouco ele iria gozar e então me deixar em paz. Decidi-me e comecei a esfregar o volume nas calças do velho. Mas meu plano saiu pela culatra, ele estimulou a idéia de que eu realmente o queria, e ele se empenhou mais firmemente em seu objetivo. Não era minha vontade, mas meu corpo começou a reagir como se tivesse uma vontade própria e buscasse exibir seus encantos àquele velho. Ou talvez fosse sua vontade renunciar a qualquer controle interior, e render-se àquela vontade superior à minha, que exigia minha submissão. Infelizmente, minhas coxas começaram a ceder sob a constante sondagem das mãos e dedos do patriarca africano. Oto subitamente abriu um largo sorriso. Ele me olhou no fundo dos olhos e declarou a verdade inexorável: “Menina, você está molhadinha por mim.” Eu estava. Eu estava envergonhada então, e estou envergonhada agora quando me lembro e conto, mas as mãos de Oto me acariciando, e a visão e o sentir daquele monstro encoberto entre suas pernas tinham me deixado ardendo tesão e molhadinha por aquele octogenário preto desdentado e enrugado. Oto curvou-se sobre mim e, debruçado, pôs seus grossos lábios em meu pescoço. Ele chupou-o, delicadamente no início, e depois com lubricidade. Nós ficamos sentados como adolescentes no jardim do prédio, com aquele ‘moreninho’ plantando uma grande, mancha vermelha em meu macio pescoço branco. A mão de Oto acariciou meu seio, seu polegar brincando com meu mamilo inchado e dolorido. Eu gemi. Eu podia sentir minha calcinha ficando mais úmida. Agora meu corpo estava respondendo a Oto. Os lábios de minha buceta estavam segregando sucos, lubrificando especificamente para que sua idosa arma preta pudesse penetrá-los. Eu murmurei: “Oto, há um quarto onde nós possamos ir?” Ele retirou seus lábios de minha garganta com um beijo ruidoso, “Claro… é isso o que ‘você quer?” ele perguntou olhando-me no olho, agora no comando da situação. Ele já sabia a resposta. Mas, mais do que ouvir minha concordância, tenho certeza de que Oto pretendeu obrigar-me a reconhecer que a jovem esposa loura de André Silva, depois de ter sido arrebatada, penetrada e esporrada por seu filho Aldo, reconhecia agora e se rendia à necessidade atávica das mulheres brancas de entregarem o corpo e receberem nas entranhas a gosma e o poder inchado em carne negra dos filhos da África. “Sim,” eu murmurei de volta, desviando meus olhos dos dele. Envergonhada de meu tesão. Ele apontou para um corredor atrás de nós. Eu me levantei. Oto não podia levantar do sofá sozinho, e tive que ajudá-lo puxando-o do sofá e pelo corredor. Uma vez no quarto, eu tive mesmo que ajudá-lo a despir-se. Eu pensei, “quão baixo afundou minha vida a ponto de estar aqui num quarto fétido e sujo com um homem preto tão velho e debilitado que eu estou literalmente despindo-o para ajudá-lo a me foder? Eu teria gritado e chorado, não estivesse tão necessitada de seu sexo. Depois de despi-lo, eu o fiz recostar-se contra a cabeceira da cama. Enquanto me desnudava no lusco-fusco do quarto, eu via Oto acariciando seu caralho imenso, entusiasmado com a potra que se oferecia para ser montada. O velho parecia chicotear aquele cacete como se fosse uma grossa mangueira. Quando eu estava quase despida, eu vi que seu pinto estava novamente endurecendo. Eu fiquei surpresa de que aquele homem preto semicadavérico estivesse mais pronto para sexo com oitenta anos de idade que meu marido branco jamais fora com trinta. Eu estava pronta também. Eu fiquei na frente de Oto sentindo-me incrivelmente ardente e em chamas. Eu olhei para ele e alisei os lábios de minha buceta com meus dedos, depois os trouxe para meus lábios e os chupei. “Eu estou com tanto tesão por você, Oto,” eu murmurei ao homem enrugado, enquanto eu continuava lambendo meus dedos. “Isso é como uma porra dum sonho, mocinha. Venha cá antes que eu estoure!!!” E fui. Eu fui à cama do velho, e montei nele. Eu abri minhas coxas, minha buceta à altura de seus lábios, e fui descendo. E fui oferecendo ao velho negro a cova que eu tinha apenas meses antes jurado ao mundo, num altar, que iria apenas ser oferecida a meu marido. A rechonchuda cabeça do caralho de Oto começou a esticar meus lábios quando eu ajoelhei sobre ela. Doía enquanto ela me esticava. Mas eu gostei da dor que ela me deu. Eu necessitava exatamente daquele tipo de dor. Eu podia sentir o gordo membro negro começar a me penetrar. Mais e mais fundo eu recebi o grosso pretume de Oto em meu corpo, até nossas virilhas encostarem. Ele pegou e agarrou meus quadris puxando-me para baixo sobre ele. Ele sorriu abertamente. “Meu Deus, você agora é minha, não é, Sandra?” “Sim, Oto … Eu sou sua.” Comecei a corcovear pra cima e pra baixo, me enroscando na masculinidade de Oto. Eu podia ouvi-lo grunhindo enquanto eu fazia isso. Ele pôs as mãos nos meus seios e brincou com eles - apertando-os e puxando-os. Eu adorei aquilo. Oto estava fazendo-me sentir como uma mulher de novo - muito mais que meu jovem marido jamais tinha. O velho com sua masculinidade africana merecia que quebrasse meus votos brancos ocidentais… E eu sabia que faria isso de novo para ele. Oto Silva. Oto gozou dentro de mim, mais e mais, aquela noite. Seu Aldo não voltou mais. Ele deve ter sabido que mesmo seu velho pai podia me possuir, conhecendo a persistência dos homens em sua família, e minha fraqueza exatamente para tal persistência dos homens negros. Aqueles homens negros - mesmo velhos e carecas - pareciam quase geneticamente predispostos a serem capazes de me seduzir e acasalar comigo. Deixar-me no estilo da família. Procriando os futuros machos de uma nação negra e forte em meu aberto, desejoso e fértil útero caucasiano. Quando eu acordei no dia seguinte, na cama de Oto, tinha minhas pernas e braços envolvendo o corpo enrugado do pai de Aldo, e eu pude sentir que minha buceta ainda estava estufada com sua poderosa arma, grossa e carnuda. Eu fiquei olhando para ele muito tempo, tentando impedir-me de pensar. Eu não conseguia entender como tinha concordado em ser fodida por um homem tão feio e acabado. Sua cabeça careca parecia ainda pior por causa dos poucos fios de cabelo e a quase ausência de sobrancelhas. Seu nariz era achatado e grande e seus lábios grossos e proeminentes. Mas, ao mesmo tempo, eu me vi procurando rever meus padrões estéticos porque apesar de todas aquelas características eu sentia uma ternura irresistível por ele, uma vontade de abraçá-lo, lamber seus lábios com a ponta de minha língua e vez por outra apertar seu pinto amolecido com os músculos de minha xana. Até hoje eu não sei dizer se aquilo era alguma espécie de carinho, amor, ou gratidão por ter sido possuída sexualmente e ter recebido tanto prazer. Depois de algum tempo, esforcei-me para levantar da cama e fui até a cozinha, ainda nua, procurar algo para preparar. Com certa dificuldade consegui reunir dois ovos algumas cebolas e bolachas e comecei a preparar um café e o desjejum. O vapor e o cheiro do café e dos ovos fritos despertaram Oto e logo ele apareceu nu e cambaleante na cozinha para sentar à mesa e ficar me olhando a trabalhar. Sei que parece estranho, mas ainda que eu o tivesse servido durante toda a noite, senti-me desconfortável com seus olhos desavergonhadamente escrutinando minhas costas nuas. E um pouco do desconforto vinha, certamente, do fato de que eu sentia que estava ali cozinhando para ele como sua falecida esposa negra tinha feito tantas vezes. Quando tudo ficou pronto, servi a refeição para Oto. Como a comida não era suficiente para nós dois e eu tinha de me vestir para ir trabalhar fui na direção do banheiro, mas o velho negro segurou meu braço e, sem falar nada, fez um gesto com a cabeça mandando-me sentar. Surpresa, fiquei olhando para ele até que depois de mastigar um pouco ele lambeu os lábios e disse: “Minhas mulheres ficam do meu lado enquanto eu como!”. Meu primeiro impulso foi dizer que não era a mulher dele. Mas como é que poderia dizer aquilo quando eu ainda trazia manchas de seu esperma seco em minhas coxas redondas e em minha sedosa penugem dourada? Além disso, eu ainda me lembrava do modo como tinha mergulhado em sua moldura, com sua macheza gorda e escura escavando sem misericórdia os mais profundos recessos do meu corpo submisso fazendo-me vocalizar gemidos e uivos de voluptuosidade desenfreada? Eu fiquei ali em silêncio, esperando que o negro que estava se impondo sobre a mulher branca que seu filho possuíra e engravidara comesse sua comida e, uma vez ou outra, acariciasse seu pintarraço, minhas coxas ou meu peitinhos. “Posso ir agora?” perguntei-lhe timidamente, de olhos baixos e mãos cruzadas na frente de meu sexo, quando ele finalmente terminou de comer. “Pode, querida. Mas antes me ajude a ir à privada.” Eu ajudei Oto a se levantar e comecei a conduzi-lo pela mão, mas ele segurou meus dedos e, com uma força que eu tinha esquecido que ele possuísse, puxou-os e os pôs em torno de seu caralho. “É assim que eu gosto que minhas mulheres me ajudem a ir ao banheiro, queridinha.” Tenho certeza de que fiquei vermelha, mas nada disse, uma vez mais incapaz de dizer não ao pai de meu amante e apenas o conduzi, segurando em seu sexo, até o sanitário. Enfraquecido, Oto encostou-se na parede para urinar, o que foi bom para mim já que seu pênis não ficava visível, e eu saí para o quarto para pegar minhas roupas. Minha cinta-liga estava uma porcaria, lambuzada de sêmen e empoeirada, de modo que eu preferi não vesti-la. Encontrei meu vestidinho preto de alta-costura amassado no chão. Sacudi-o e alisei-o para me tornar um pouco apresentável e calcei outra vez meus saltos altos. Como eu não queria voltar para ver Oto urinando, gritei até logo e caminhei para a porta da frente. A fechadura estava enguiçada a chave não girava, e embora eu tentasse e me esforçasse para abrir a porta várias vezes, não consegui. Eu tive de gritar para Oto pedindo ajuda e enquanto ainda tentava fazer a chave rodar na fechadura ele veio por trás de mim, com sua mão estendida para a chave. Naquela posição, ele me prendeu contra a porta e então seu chouriço começou a ressuscitar, a cabeçorra levantando a barra de minha saia, insinuando-se entre minhas coxas e espetando faminta minhas nádegas, lambuzando minha carne com gotas remanescentes de urina ou de esperma antecipado. “Oh, Meu Deus!” Aquele fauno velho estava reclamando novamente minha delicada feminilidade loura. Como era possível aquilo, depois que ele estivera me inseminando durante a noite toda? “Por favor, Oto, não faça isso! Agora, não! Eu tenho de ir trabalhar. Eu prometo voltar mais tarde!” “Você quer me deixar assim, lourinha? Eu vou ficar assim duro, querendo meter em você? É claro que eu quero foder você de novo mais tarde. Mas eu preciso sentir sua bucetinha cremosa apertando minha manjuba velha. Eu preciso injetar minha porra nessa sua bucetinha apertada agora mesmo, lourinha!” É claro que eu podia ter resistido, mas dizer é uma coisa e fazer é outra. Meus sentidos estavam num tumulto, sabendo que tinha que sair daquela casa, mas ao mesmo tempo sentido uma sensação renovada e agradável de ser uma mulher desejável, algo que a pobre coisinha que era meu marido nunca tinha me podido fazer sentir. Homens negros tinham despertado minha sexualidade. Pretos velhos tinham descoberto e tinham feito com que eu descobrisse que minha carne branca macia responderia sempre ao chamado da selva, submetendo-me com pernas, braços e todos os meus orifícios abertos para aqueles guerreiros africanos e os seus colossais injetores de esperma. Mas, além de tudo isso, os dedos de Oto manipulando meu clitóris e tetas, e seus lábios melando meu pescoço me convenceram de que eu não estava apenas tentando lutar contra a tendência das mulheres brancas de servir desavergonhadamente a superioridade dos caralhos negros, mas eu estava tentando negar a mim mesma meu destino de égua reprodutora dos garanhões da família Silva. O peso de Oto nas minhas costas tornou-se insuportável - ou foi meu tesão? - e deslizamos lentamente para o assoalho até que eu fiquei totalmente estirada, com ele em cima de mim. Ele escorregou suas mãos para meus quadris redondos, arregaçando a saia até a cintura e expondo as bochechas de minha bundinha redonda a seu olhar. “Você tinha de ter uma garupa linda, não é, minha éguinha? Pra melhor servir meu caralho, né? Você tá com tesão de ser servida, não está? Pois eu vou servir todo o caldo gordo de tutano que você merece…” Eu rebolei meu lombo sensualmente, tentando ajustar a cabeça do pau de Oto entre os lábios inchados de minha buceta, mas o dominador negro, ainda que ofegante, não o deixou descansar onde eu queria. Sim, eu precisava ser novamente usada por aquela maçaroca de carne repulsiva mas desejada da múmia negra. Filho e pai tinham me reduzido a uma massa de carne cuja química teria me feito reagir imediatamente, submetendo-me toda vez que eles sentissem a necessidade de abençoar minhas profundezas com a glória de suas masculinidades poderosas. O velho ficou corcoveando sobre minhas nádegas lentamente, lento demais para as necessidades de meu corpo. Eu precisava sentir aquele rocambole invadindo minhas entranhas para se alojar em meu corpo faminto. Em desespero, eu movi meus braços para trás, meus dedos tentando se introduzir entre nossos corpos, até que finalmente eu alcancei seu espeto de carne, que eu agarrei aliviada. “Minha putinha está tesuda? Está, minha putinha?” Oto perguntou e ergueu seu corpo, afastando-se de mim, tirando a ponta de seu pau de jegue para longe de meu buraquinho melado. “Por favor, Oto, bota em mim. Faça amor comigo…” Sua resposta me mostrou os traços da família, o modo como aqueles senhores negros tratavam as mulheres que possuíam, porque me lembrou o jeito com que Aldo tinha me tratado antes dele. “Você me ama, lourinha. Eu fodo você. Eu só não emprenho você porque meu filho já fez isso”. E dizendo isso Oto finalmente me libertou de meu desespero, porque uma vez mais ele colocou seu tabaco exuberante em contato com minha carne e abrindo em duas fatias os lábios de minha buceta deslizou seu domador de mulheres para a frente numa jornada melada que só terminou quando ele mergulhou até a bainha, seus escrotos peludos balançando debaixo de meus pêlos pubianos encharcados. Ele ficou imóvel dentro de mim, assim como eu fiquei imobilizada, sentindo as emoções e sensações atordoantes de uma vez mais ser preenchida até o núcleo por carne de macho, carne de macho preto, pela dura e inchada carne preta do velho Oto Silva. Oto começou a flexionar seu músculo rechonchudo dentro de mim e, em resposta, eu comecei a mordiscá-lo apaixonada com as paredes cremosas de minha buceta apertada, aumentando a fricção deliciosamente e fazendo-o grunhir de modo animal sua aprovação ao prazer intenso que eu estava provando que era capaz de lhe dar. Cada vez que ele flexionava seu invasor rancoroso dentro de mim, eu fazia as paredes amanteigadas de minha bucetinha agarrá-lo e massageá-lo ternamente de modo que Oto era obrigado, pelo poder da carne da fêmea branca a rugir sua aprovação animal. Mas logo aquilo se tornou insuportavelmente insuficiente para mim. Eu tinha necessidade de mais fricção em meu clitóris e tinha necessidade de sentir aquela jibóia gorda arrombando com força e rapidez minha carne e meu canal delicados. Embora nós continuássemos nosso apaixonado jogo de flexionar-mordiscar-grunhir, eu comecei a rebolar suavemente meus quadris numa tentativa de estimular as ações de Oto. Eu consegui, mas não do jeito que esperava. Eu senti os longos dedos ossudos de Oto se enfiarem no decote de meu vestidinho e se apossarem de meus peitos, agarrando-os e amassando-os. E aí a sequëncia mudou. Ele flexionava seu cacete, eu o mordiscava e quando eu tentava dar a reboladinha Oto ordenhava minhas tetinhas e mordia minha orelha. “Minha eguinha está nervosa? Calma, égua, calma…” Eu repeti minhas tentativas algumas vezes porque, de um modo estranho, a combinação de suas massagens em meus seios e sua voz tranquilizante em meu ouvido gerava uma nova emoção. Depois eu comecei a corcovear com mais força, para exigir de meu cavaleiro fodedor que me desse mais do que eu já conseguira. Em pouco tempo estávamos como num rodeio, quando eu corcoveava tentando fazê-lo mover-se dentro de mim, Oto manipulava minhas tetas, e repetia meus movimentos, saltando quando eu saltava e desabando quando eu desabava, sem permitir por um momento sequer que seu pau duro portentoso se movesse um centímetro mais para dentro ou mais para fora de minha gruta desesperada. Mas minha juventude tinha que se impor e vencer aquele rodeio, de modo que depois de alguns saltos Oto não me seguiu quando eu caí, continuando seu movimento para cima até que ele tirou totalmente para fora aquele vergalhão majestoso, deixando-me surpresa, vazia e desesperada. “Nãoooo…” Eu uivei numa frustração profunda. Eu olhei para trás, bem a tempo de ver Oto sentando contra a parede no outro lado do corredor, apontando para mim sua linguiça negra, inchada e orgulhosa, engraxada com a mistura de nossos sucos e brilhando como aço inoxidável. Foi minha vez de emitir um gemido gutural e rastejar subserviente até ele, até aquele homem preto e velho que ficou olhando para mim com um largo sorriso em seus grossos lábios carnudos. Eu estava hipnotizada como uma lebre por aquela cobra preta que seus dedos longos punhetavam vagarosamente. Eu olhei seus olhos fixos e puxei meu vestido para debaixo de meus braços, até que ele ficou amarfanhado num rolo na linha de minha cintura. Depois, me ajoelhei sobre ele com minhas coxas arreganhadas ao máximo e agarrei com meus dedinhos delicados seu majestoso caralho negro, conduzindo aquela imensidade para minha vagina lenta mas firmemente, sem perder por um segundo sequer o contato com seus olhos, confessando com meus gestos e meu olhar a rendição de minha carne branca tenra e delicada ao senhor orgulhoso cujo órgão pujante eu tinha a honra de estar servindo. Eu deixei meu corpo desabar sobre seu poder de homem, engolfando-o com os lábios macios e úmidos de minha buceta, e mergulhando eu própria na mais pura sensação de felicidade e ternura para com aquele homem negro de 80 anos de idade. Eu estava apaixonada por Oto. Eu estava apaixonada por ele do mesmo jeito que eu estava apaixonada por Aldo, seu filho que tinha me aberto a estrada para a submissão negra. Eu sabia que tinha de ser amor, porque nada podia ser mais intenso, mais absorvente, dar mais prazer. Oto segurou minha cabeça e puxou-a para ele, beijando-me possessivamente e invadindo minha boca com sua língua quente, duelando com a minha como uma batalha de duas serpentes, contorcendo-se, enlaçando-se. “Eu vou lhe dar prazer, Oto”, eu lhe disse. “Eu sou sua mulher, assim como sou a mulher de Aldo, e farei tudo para lhe dar todo o prazer que você merece.” E eu fiz. Eu pulei e corcoveei e me esfreguei dedicada e prisioneira de sua imensa ferramenta de foder. Eu o beijei apaixonada e chupei sua língua grossa para que fodesse minha boca com ela enquanto sua pica arregaçava meu útero. Eu limpei seus dentes e boca com minha língua obsequiosa, lambi seu pescoço e seu torso e rolei no assoalho, fodendo e sendo majestosamente fodida, dando a ele meu corpo e sendo majestosamente subjugada, até o momento em que ele me concedeu a dignidade de regar meu útero com sua porra altaneira e ejaculou sua semente fundida em meu corpo já emprenhado por seu próprio filho, quase me afogando no prazer e na majestade de seu mingau. Depois, quando ele começou a amolecer dentro de mim, eu continuei lambendo a saliva que escorria de sua boca, aberta pelo cansaço de foder aquela égua loura - eu mesma - lambendo o suor que escorria em longos rios de seu pescoço para o seu tórax coberto de pêlos brancos, meu mel e sua peçonha mesclados em seus pentelhos, até que finalmente eu tomei em minha boca aquela imensa tromba negra que havia domado com prazer a potranca loura que agora era dele.
 

De tanto provocar… me queme 11 de diciembre de 2013 por danielamartin2011

De tanto provocar… me queme

11 de diciembre de 2013

Verano… playa de Guadalmar… tomando el sol en topless con mi prima Mercedes (que también lo hacia)…16h de la tarde…40 grados en Málaga… playa medio vacia ya que era entre semana…

Era uno de esos días que no se podía estar tomando el sol porque apretaba demasiado y mi prima y yo no parábamos de remojarnos. Al no haber tanta gente, íbamos a bañarnos solo con la parte de abajo porque apenas había nadie… Mi prima tiene un cuerpo muy bonito con unas tetas bien puestas (talla 100) y pelo muy pelirrojo, llamando mucho la atención. Yo soy pequeñita con un culito bastante bien puesto y de pecho normal, talla 90 pero bien puestas.

En una de las veces que salimos del agua las dos camino de las toallas, vimos una pareja de chicos que se pusieron bastante cerca de nosotras y tendrían alrededor de unos 30 años. La primera impresión fue que eran bastante guapos, pero fue cuando en una de las veces que volvieron a sus toallas, pudimos verlos mejor.

Los dos tenían un bañador por encima de las rodillas, de musculatura mas bien marcados, barbita uno y perilla otro y me llamó la atención, el paquete de uno de ellos que tenia el bañador pegado y su polla parecía bastante grande…

Mi prima y yo pasamos un poco del tema pero al darnos la vuelta y ponernos la parte de abajo en plan tanga para que tuviéramos las minimas marcas, mi prima se dio cuenta que no paraban de mirarnos el culo y que comentaban algo entre ellos. Eso nos hizo reírnos y ellos se dieron cuenta, por lo que a escasos 10 metros casi se escuchaba la conversación que tenían los dos… nos hacíamos las tontas mientras estábamos boca abajo pero llegaban comentarios como: “mira el culazo de la morena”, “la pelirroja tiene un pollazo”, “fíjate en las tetas cuando vayan al agua”… cosas asi… y mi prima me dijo: “vamos al agua sin sacarnos la parte de abajo para hacerlos sufrir?”…y yo le dije:”vamos!”

Dicho y hecho, nos pusimos de pie y yo me puse de espaldas a ellos y me incliné hacia delante para quitarme un poco de arena de las rodillas, dejando todo mi culo bien marcado para deleite de los dos chicos… y nos metimos en el agua… Mi prima y yo nos estábamos riendo bastante pero nos dimos cuenta que se acercaban a la orilla y nos dio la vergüenza y nos salimos… nos gustan las bromas pero de vez en cuando nos cortamos bastante!…y nos cruzamos con ellos haciéndonos las tontas mientras nos dábamos cuenta que sus ojos se dirigían a nuestras tetas..

Ahora estábamos boca arriba semi incorporadas cuando salieron del agua y el de la barbita se dirigió a nosotras con el bañador pegado y esa polla enorme marcada… nos pusimos algo nerviosas porque no sabíamos porque se acercaba y cuando se paró delante, con su polla a escasos 30 cm de mi cara, nos pidió un cigarro. Mi prima se lo dio y empezó a hablar con nosotras… Eran de Madrid y estaban por unos días en Málaga en casa de unos primos del otro chico y no conocían demasiado la marcha…era super guapo, pero el amigo de la perilla tampoco le iba a la zaga… Nos pidió permiso para sentarse ambos al lado nuestra y le dijimos que no había problema.

Allí estábamos las dos, que con el cachondeo habíamos provocado a los dos chicos y veíamos como recogían sus cosas para sentarse a nuestro lado, más bien en frente nuestra. Mi prima antes de que se sentaran me dijo que le gustaba mucho el de la perilla, por lo que no íbamos a pelearnos ya que a mi el de la barbita y paquetón, me encantaba. Como si lo hubiéramos planeado, el que me gustaba se puso enfrente mía y el otro frente a mi prima, y empezamos a hablar los 4. Yo estaba sentada reclinada con los brazos y manos detrás, mis pechos bien visibles y las piernas entreabiertas, por lo que en más de una ocasión pude observar como Marcos (asi se llamaba), me miraba las tetas y lo que mas me ponía era cuando le pillaba mirándome la entrepierna discretamente…

Nos fuimos al agua en un par de ocasiones y cada una hablaba con el “suyo”… eran muy agradables y guapos y la tarde pasaba demasiado rápida.

Cuando dieron las 20h, dijimos que nos íbamos y nos pidieron el teléfono. Daba la casualidad que todos teníamos BlackBerry y nos pasamos el PIN para poder chatear. Antes de irnos nos dijeron que el viernes era su última noche y nos invitaban a cenar y a tomar copas, y aceptamos (era miércoles y teníamos tiempo de echarnos atrás).

Al irnos nos reimos bastante las dos porque habíamos sido malas al principio y después nos quedamos cortadas, pero nos encantó ya que lo pasábamos bien y los chicos estaba muy buenos…

Aquella noche, no paré de chatear con Marcos desde la cama. Hacía muchísima calor y solo tenía un tanga y el ventilador a tope hacia mi, por lo que era imposible conciliar el sueño, y el otro parecía estar igual. De madrugada la cosa se calienta un poco y me confesó que en la playa estaba bastante cachondo cuando veía mis pechos y mi culo… y yo le dije que me había dado cuenta por el paquetón, a lo que él me aseguraba que en ningún momento se había puesto duro aunque si puede que un poco “morcillón”… y que estaba duro en ese momento… y me puso cachondisima… también me comentó que Raúl (el otro) estaba con la baba caída con mi prima y yo le dije que ella también estaba bastante interesada en él… y de tanta calentura la lié aun más…

El viernes llegó y finalmente quedamos los 4. Nos vimos en Puerto Marina y cenamos en una pizzería que estaba abarrotada. Yo iba con un vestido vaporoso negro a la altura de las rodillas y con la espalda y escote pronunciado y mi prima con uno ajustado blanco que marcaba bien sus curvas…ellos iban con bermudas y camisas de lino de distintos colores… muy guapetones.

Cenamos y nos fuimos a tomar unas copas hasta las mil… y nos pusimos bastante borrachos. Mi prima pronto se puso a enrrollarse con Raul y el chaval no perdía el tiempo aprentandole el culo… Marcos y yo nos inflamos de reir viéndolos y teníamos una conversación bastante más fluida que la de ellos…a lo que se me acerca mi prima y me dice: “nos vemos mañana, nos vamos. Nos vemos en el apartamento mañana”…y se fueron… nos quedamos helados Marcos y yo… pero le brillaron los ojos ya que veía que tenía el camino libre… lo malo es que yo tenía las llaves del coche… a mi prima siempre le quemaron bastante las bragas…

Marcos y yo ya estábamos tranquilos… nos pedimos la ultima copa y nos besamos… tenía unos labios carnosos y me gustó como me agarró por las caderas, ya que me acercó a él con mucha delicadeza. Besaba muy bien y no tenía prisas… nos terminamos la copa y me preguntó que dónde me apetecía ir y le dije que mi casa no andaba lejos. Mis padres tenían un apartamento en Torremolinos que alquilaban por semanas pero cuando estaba libre, lo usábamos mi prima y yo para quedarnos después de las juergas, playa, etc… ardía en ganas de follar con él. Y como buen caballero que era, me pidió las llaves ya que estaba mejor para conducir que yo y marchamos para casa. El trayecto hasta la casa era corto y pasó rápido… aparcamos en el garaje y subimos a la casa. El ascensor echó humo y sus manos ya me agarraron bien el culo por debajo del vestido mientras mi mano agarraba bien su polla… salimos…saqué las llaves de la casa y al abrir me extrañó que no estará echado el pestillo… y al entrar en el salón, Marcos y yo vimos a mi prima a horcajadas de Raul, follando acelerada  en el sillón y con un sonido de respiración-gemidos que nos quedamos super cortados… y le cogí de la mano y me lo llevé al cuarto… y yo que pensaba que mi prima no estaría…

Allí me fui al baño, me quité el tanga y me limpié un poco en el bidé y Marcos entró en el baño… estaba sin camisa, con el torso desnudo y las bermudas solas…descalzo y me dijo: “¿me limpias tu?”…era algo un tanto absurdo, porque con las ganas que nos teníamos allí estábamos los dos como tontos preparándonos el coño y la polla para follar, pero accedí y se bajó las bermudas. Yo aún tenía el vestido pero ya no tenía tanga ni sujetador y le bajé los bóxer mientras su mano buscó hábilmente mi coño…estaba super mojada… y al ver su polla bien dura me quedé maravillada.

Unos 20 cm bien ancha, vello púbico justo, dos grandes huevos que acariciaba y se escapaban de mis manos…y bien caliente. Se la limpié en el lavabo y me arrodillé para secarsela con la toalla mientras mi cara estaba a escasos centimetros de su capullo…y se la empecé a mamar. Él puso su dos manos en mi cabeza que acompañaba los movimientos de mi mamada y mi mano acariciaba sus dos grandes huevos que colgaban de tan gran polla… y nos fuimos a la cama.

Me desnudé y me puso a 4 patas, me empezó a lamer desde el coño hasta el culo, dilatándome todo… mientras me lamía, podíamos escuchar a mi prima en el salón gimiendo, y el sonido del sillón golpeando en la pared con sus movimientos… y Marcos cogió su polla y me la clavó en el coño cogiéndome bien fuerte de mis caderas. Mientras me follaba con buen ritmo pero lentito, me decía: “desde que te ví en la playa tenía ganas de ponerte así”…y cada vez que le decía “follame”… más ritmo le ponía… y más se lo decía…y más rápido lo hacía sintiendo como sus huevos golpeaban en mi clítoris… que placer más grande… casi llegaba al orgasmo y bajaba el ritmo…lo hacía a posta…llevaba muy bien el control… Lo puse boca arriba y me senté en su enorme polla notando como salía caliente de mí mientras apretaba mis paredes vaginales para sentirla más intensamente… Me agarraba las tetas y acariciaba mis pezones, y observaba como me movía… estábamos muy sudados pero el placr era muy intenso… era una follada de esas que disfrutas a tope… y se alargan y alargan mientras el placer no disminuye… de fondo mi prima ya había parado…pero se volvía a escuchar de nuevo… también estaban follando como perros… y allí seguía yo botando, a veces a cluclillas a veces con las rodillas en el suelo…a veces besándonos a veces yo montándolo como a un potro… vaya aguante que tenía…

En un arrebato me puso boca arriba en el suelo y cogió mis rodillas por debajo, levantándome levemente el culo, y me la empezó a clavar… ahora muy rápido… cayendo las gotas de sudor por su frente y por su pecho… ahora sus huevos golpeaban mi culo… en ese momento llegó el orgasmo definitivo de mi prima porque se enteró medio bloque del gemido que pegó… y en un movimiento mío, cogí la base de la polla de Marcos, la saqué de mi coño y la dirigí hacia mi culo.. la sopresa de Marcos era mayúscula en sus ojos y le dije: “hazlo lento”… y empezó a meter el capullo con cuidado, entrando y saliendo de mi culo prieto, pero con cuidado… poco a poco entraba más y mi excitación ya estaba al límite y comenzó a bombear con mas ritmo, y más ritmo…y mis gemidos fueron en aumento… en aumento… hasta que llegué a un orgasmo alucinante y Marcos no aguantaba más, sacando la polla y corriéndose abundantemente en mi barriga y coño con abundante semen que me llenó por completo…

Tras esa follada memorable nos pegamos una ducha ambos y nos enjabonamos bien con agua fría… nos besamos de nuevo y la polla se puso dura otra vez, pero ya era de día prácticamente y tenían que irse a Madrid en unas horas…

Al salir del cuarto con unos pantaloncitos y camiseta que me puse, vi como entraba en el otro baño Raúl completamente desnudo sin poder evitar mirarle la polla, la cual estaba también de lujo… madre mia… vaya dos tios… y fui por mi prima que se estaba vistiendo con la parte de abajo y sus pechos al aire y me dice: “Raul quería entrar en la habitación”… menos mal que no entró! jajaja

Se terminaron de arreglar los dos y nos despedimos de ellos… aun tenemos contacto via Whatsapp pero muy de vez en cuando. Han pasado 4 veranos de eso y cada una tenemos nuestras vidas…

A veces mi prima y yo recordamos esa noche… y no podemos evitar reírnos a carcajadas.

Besos

contos eroticos/-comi-recem-casada.

 oLÁ GENTE,poxa faz tempo hem,nossa essa aqui e foda comi uma vizinha recem casada,sou casdo 38 anos moreno,simpatico boa forma,não copo rescultural,eu e minha esposa tem uma vida sexual normal de duas vezes po semana,porem eu não aguento e fico na mão,gosto de sair mais com mulheres casadas porque são discreta,vamos lá moro em são paulo zona sul,minha casa é um sobrado geminado,sempre estão alugando o vizinho,pela segunda vez muda pra esse sobrado uma casalzinho recem casado,estava eu lavando meu carro com a garagem aberta quando chegou um caminhão das casas bahia,logo atras um carro fiat uno,era o novo morador com sua esposinha,logo que eles abriram a casa foi descarregado algumas coisa,ao sair o caminhão eles vieram até a mim se apresentando dizendo que seria meu vizinho,dei as boas vindas a eles logo,pegamos amizade,ele me pediu se poderia receber alguns moveis porque ainda estava sem cama,eu de pronto disse que sim,logo minha esposa saiu estava indo trabalha ela e professora,comprimentou eles e eu falei do favor que iria fazer sem problemas,então pra minha supresa o rapaz perguntou se ali vendia comida proxima pois ele iria compra para sua esposa pois ele ireia trabalha e ela iria ficar esperando outros caminhão,eu disse que não mas que se elel não se importava mais tarde eu compraria até porque era uma 10hs da manhã,ele disse sem problemas vou deixar odinheiro com ela,então ele se foi,eu logo em seguida fui até a casa levar uma cadeira pra ela,foi entao que notei as belas curva,branquinha bumbum ribitado,linda 22 aninhos,ela estava de camiseta azul bem clarinho sem sutiã,nossa fiquei já excitado e disse tenho que come-la breve,comecei a conversa ela disse que tinha uma semana e meia de casada,que iria ficar morando ali até o apartamento sair,logo falei da vida de casado ela se abriu então falei que o pior e o sexo,pois ela disse que ainda estava começando e que seu marido foi o primeiro e unico então ela não sabe da diferença,mudei de assunto sair da casa e fui pra minha ela disse que não esqueça de compra comida pra ela,então fui faze comida fiz tudo,além de deixar meio amostra alguns dvd porno,fotos minha nú que minha esposa fez,dela em fim por volta das 13hs ela me chamou pra ver se eu ia buscar entaão eu ofereci,ela agtadeceu mas negou eu ensistir muito ela então entrou,enquanto ela ficou na sala eu pterminava de prepara tudo até um vinho,quando estava tudo pronto à chamei notei ela olholando os dvds,as fotos estava virada de forma diferente que deixei,ela veio eu a ofereci um vinho ela aceitou,logo disse “homem adora filmes porno né” eu sim quem não gosta,ela riu brinquei casado de novo e bom porque trepa todos os dias,ela riu e disse ” ants fosse ele não aguent tanto,me dixa não mão as vezes” falei nossa como ele consegue,uma mulher tão linda e gostosa,ela riu meu pau ficou duro naquela hora e eu fui logo falando,veja so em conversar com vc olha como estou,ela riu disse vc e tarado ,eu disse não gosto de mulher peguei a mãozinha dela bem delicada de 22 anos e eu 37 e falei pega aqui e igual do seu marido,ela disse ” nossa parece ser gigante” mas vc e louco,não vc que ta louca pra mete,ela riu e disse olha moço estou mesmo mas eu amo meu marido,eu disse eu também amo minha esposa,vc vai ficar maluca enquanto não goza muito ela disse,olha eu perdi minha vingidade na lua de mel,de lá pra cá me dá sempre esse calor,foi então que levantei da mesa disse a ela fica de pé,fui por tras dela e comecei a chupa seu pescoço ela arrepiava logo pegou minha cabeça e puxou,ali já era comecei a chupa-la dexei ela nua coloquei sobre a mesa e mandei ver,coloquei mina rola de 18cm naquela bucetinha estremanete apertada e bicha gemia igualzinha cachorra no cio,logo o celular dela tocou,ela mandou para que era o marido ntão meio ofegante,ela atendeu,o marido perguntou o que era que ela tinha neste momento estava bem de vagarinho comento ela na mesa,ela disia que estava cansad porque estava varrendo a casa,logo desligou eu contnuei vi ela goza varias vezes então levei ela pro meu quarto e a comi muito,até o cuzinho dela,ela aprendeu e fazer gulosa louca,bom hoje depois de um ano e emio conto pra vcs,comi ela durante esses dois anos que ela morou lá,até hoje eu a como,voou eu e minha esposa na casa deles,somos amigos,ela e mais amiga da minha esposa,quando ela mudou para o apartamento fui come-la na cama dela antes do marido dormi a primeira noite,bom agora que vcs já leram se vc e casad ou mulher que quer levar uma boa surra de rola me escreva para

Vida Gostosa: Conto Erótico

vidagostosa:

Olá, meu nome é Carol, tenho 21 anos, sou loira, olhos castanhos, não sou muito alta, tenho a boca bem carnuda, seios e bumbum deliciosos (modéstia a parte).

O conto que vou descrever a vocês já faz um tempo que aconteceu.

Eu estava fazendo algumas pesquisas da faculdade, enquanto o dia lá…

(vía vidagostosa-deactivated20130115)

Falando de Sexo: Conto 2

h-m-porn:

Namorava a Natália há mais ou menos 2 anos, e comecei a notar a minha cunhadinha, na época com 17 aninhos. Seu desenvolvimento era notório, e o comentário de todos era de que “com certeza ela já está dando por aí”, especialmente de sua irmã, que a classificava como uma “menina de cabeça fraca”….

(vía h-m-porn-deactivated20130123)

,erotic

hotblackgirls:

http://hotblackgirls.tumblr.com

Well, Perla wins in a bit of a landslide.  I’ll get to writing about fucking the other four Mexican girls later I’m sure, but now is Perla’s 15 minutes.

Meet Perla!!!  Perla is officially the youngest girl I’ve ever fucked (she wouldn’t be anymore, but she was when I fucked her 6 years ago).  Perla lives in Torreon, Coahuila, Mexico and is (or was) a worker at a factory that produces shoe laces in Chihuahua.  I was doing a site inspection and was testing the strength of their laces when one snapped and a small piece of plastic from the end of the lace smacked me in the eye - I know the quality inspector wasn’t wearing his goggles… I’m a bit of a dumbass sometimes.  Perla was the worker at the station and was freaking out because I was bleeding and she thought it was my eyeball bleeding.  As it turns out, the blood was coming from my cheek under the eye and wasn’t a big deal, but I bled onto her white blouse and her arm.

When we realized what had happened I needed to clean up and she did too.  On the floor there was just one bathroom and as I went in I told her she was welcome to come in too since we were just cleaning up.  As we went in I locked the door out of habit and walked to the sink and we both washed the blood off of our hands, etc, but we both had blood on our shirts.  I took off my shirt and started to rinse the spot a bit.  She smiled and instead splashed some water onto the spot and started rubbing it with some paper towels.  She used way more than water than necessary and realized it and was trying to dry what she could.  The blood had dripped across her right breast and her shirt over her white breast was now soaked and see-through.  What’s better, she had a white shear bra on and I could see her entire breast, nipple and all, almost as though she had nothing on.  

All I could do was stare and smile.  She noticed and covered up and blushed.  I told her that she didn’t need to be embarrassed, I after all was shirtless.  At that she actually took her hand from her breast and I realized that she was starring at my private area - I was at full attention and she actually giggled softly and said “I guess we’re even”.  She didn’t take her eyes from my crotch so I actually pulled my pants off and said I needed to get blood off of them too.  She continued to stare at the bulge in my boxers so I reached down and popped the button on my boxers and my cock shot out of them.  She gasped and looked away, but I left it out.  Within seconds she was looking at it again and not appearing embarrassed.  So I told her that I could get the blood out of her blouse if she’d take it off for me.  She did and quickly got the stain out.

With her blouse now clean, we stood in front of the hand dryer drying her shirt, but  it was going slowly.  Out of the blue, she reached over wiped the tip of my erect cock and was looking at the fluid on her finger with a weird look.  I laughed and told her it was pre-cum.  I produce a ton of pre-cum and had apparently been dripping on the floor and she wanted to know what it was.  I told her it was to help lubricate the pussy for penetration - I added that a cock my size needs to produce more than others.  She smiled and I told her that she was welcome to taste it if she wanted.  As she was about to lick her finger, I grabbed her hand and wiped the goo from her finger.  She took the hint and bent down and took the head of my erect cock into her mouth and sucked it like a giant straw and licked the tip clean. She stood up smiled and said, “My shirt’s dry”, put on her shirt and walked out.

Holy shit!!!  In about thirty seconds she’d taken my cock into her mouth, put on her shirt and walked out on me.  I didn’t know what to think.  I quickly got dressed and headed back to her station where she was working like nothing had happened. I couldn’t really say anything as she was working in a pod with 5 other workers.  Looking at my watch I realized that shifts would be changing in about 10 minutes and so I needed to act fast or I may never see her again.  I walked away and scribbled a note that said “meet me at VIPS Restaurant at 5pm.  You know what I taste like.”  I walked to the locker area and slid it into the slot so it was sticking out part way - lucky for me employee’s uniform numbers match their locker numbers and I’d examined her uniform blouse thoroughly.

She arrived at the restaurant on time but told me she was too young for me.  She had just turned 17 (I had wondered her age and researched and the age of consent in Coahuila is 16 so I was in the clear).  I told her that I didn’t mind if she didn’t, and she just chuckled and sat down by me.  We ate quickly and caught a cab back to the hotel.

At the hotel we got quickly to business.  Despite her age, she was no virgin and actually felt quite loose.  I found out later that she plays with a huge dildo regularly.  I’m not usually into kinky shit, but she is and wanted to feel both holes so I ended up putting a beer bottle in her pussy while I fucked her ass.  I am not really into anal sex usually, but I loved fucking her tight ass and fucking her pussy with a bottle at the same time.  Great experience!!!

P.S.  The photos are not from when she was 17!! Perla is 19 or 20 in the photos.

,c

Promiscua: Com o namorado da irmã é mais gostoso.

multiplo-prazer:

Eu sempre tive uma quedinha pelo meu cunhando Ricardo, ele e minha irmã Julia ja estavam juntos a uns seis meses, eu os apresentei em uma festinha de fim de ano, minha intenção não era de forma um casal mais sim de ficar com ele, e sempre deixei isso bem claro pra minha irmã que por sinal é muito…

Promiscua: Colonia de férias

multiplo-prazer:

Eu sempre fui muito safadinha, lembro que quando era menor era só meu irmão mais velho sair para ir correndo ao quarto dele mexer nas revistas que ele escondia embaixo da cama, eu adorava ver aquelas loiras lindas com cacetes enormes na boca isso me deixava molhadinha, depois corria pra frente do…

Contos Eróticos ®:Noite de Festa

Noite de Festa

Caros Amigos Internautas, passo a lhes contar um fato ocorrido comigo há alguns anos atrás. Hoje tenho 27 anos, sou moreno, 1,80m, cabelos e olhos castanhos e muito bem apessoado. Na época ainda era solteiro e estava de namorico com uma gatinha que morava perto de minha casa. Seu nome era Fada (digamos assim) e nós sempre que possível dávamos um jeito de transar, sendo em qualquer lugar e a qualquer hora.
Ela era uma ninfetinha de seus 19 anos, 16Om de altura, cabelos ondulados até a cintura e muito fogosa, adorando principalmente o sexo anal. Certo dia estava em sua casa, na maior das bolinações, já era quase meia-noite, quando sua irmã mais velha, a Lú (pseudônimo) chegou acompanhada de seu marido. Eles pareciam aflitos e nos contaram que ele (José, marido de Lú) teria que ir às pressas pra sua empresa, alegando problemas urgentes, e me pediram que a Fada e eu fizéssemos companhia a Lú naquela noite.
Claro que de imediato eu aceitei e fomos todos, as irmãs Fada e Lú e eu, passar a noite na casa de Lú. Lá chegando Lú nos disse que ficássemos a vontade na sala enquanto ela iria tomar banho e arrumar nossa cama. Retirando-se, ainda me olhou maliciosamente e frisou NOSSA CAMA. Senti algo no ar e logo percebi que realmente algo iria acontecer. Fada logo começou a me beijar e a dizer que eu não me preocupasse, pois ela costumava dividir tudo, exatamente Tudo com sua irmã. Dito isto ela começou a tirar minha roupa e me mandou ficar quieto e observar… Tirou lentamente a sua roupa, me exibiu seus seios suculentos, mostrou sua maravilhosa e aconchegante bundinha que eu tanto adorava e me perguntou se eu estava pronto para a melhor surpresa de minha vida. Disse rapidamente que sim, alisando meu pau, que a esta altura estava doendo de desejo.
Então, com carinha de putinha angelical, saiu da sala e voltou abraçada com sua irmã, Lú, totalmente nua, calçando apenas sandálias de salto alto. Ela era uma morena de mais ou menos 1,75m, seios enormes, quadris largos e uma cinturinha de fazer inveja… Fiquei louco ao ver Lú ali, nua, esperando ser devorada, quando Fada, a mais nova me disse: Hoje a festa é nossa. Neste momento me Lembrei de José, marido de Lú, e ela me falou: Fique tranqüilo, José adora saber de minhas loucurinhas e se der tempo ele ainda chega pro gran-final…
Dito isso as duas vieram em minha direção, me beijando e disputando o meu cacete com unhas e bocas, chupando com toda a volúpia ora minhas bolas, ora meu cacete e até meu saltitante cuzinho foi explorado por aquelas fêmeas realmente taradas. Após algum tempo de chupação, mandei as duas ficarem de quatro e me exibir seus deliciosos rabos. Fiquei boquiaberto ao ver Lú de quatro com sua anca toda aberta me chamando para si. Não resisti e caí de boca, chupando sua xaninha por trás, beijando cada pedaço de pele, sentindo seu cheiro forte e inebriante, quando dei por mim, Lú já estava abocanhando a xaninha e o rabo da irmã, entrando assim em transe em ser chupada e chupar ao mesmo tempo.
Ficamos deliciosos minutos nesta chupação até Lú, a mais tarada das duas me confessar: Nunca fiz atrás antes, você mata esta minha vontade? Meu corninho vai adorar saber que eu dei atrás… Sem pensar duas vezes me posicionei e comecei a entrar no seu rabinho, enquanto Fada alternava chupadas na xaninha de Lú e no meu saco. Como era apertado aquele cuzinho virgem, mas com carinho e determinação em pouco tempo estava todo dentro de Lú e começava um vaivém frenético em seu rabinho…
Neste momento de luxuria senti que a porta foi aberta… Era José, marido de Lú que chegava. Lú, com meu cacete enterrado até as bolas na bundinha sorriu e disse:
— Meu corninho, nosso macho está me matando de tanto gozar, estávamos te esperando… Vem brincar com a gente…
Imaginem o que aconteceu depois… O Gran-Final foi Ótimo!
Hoje estou louco de vontade de conhecer casais liberais e mulheres realmente fogosas para poder continuar minhas aventuras.
Conto erótico recebido por email – usuário anônimo
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Erotic Story title : Summer Games

Archive name: sumrgame.txt (MMF, exh, orgy, wives, intr)
Authors name: Coyote (Address Withheld)
Story title : Summer Games

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Thank you for your consideration.
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Summer Games (MMF, exh, orgy, wives, intr)
by Coyote (Address Withheld)

***

The women of the Interracial Breeders Club hold a Summer 
Challenge game to see which wife will last the longest 
and win the grand prize. How well would you measure up?


Our names are Dan and Magi, a very normal couple with a 
better than average home, and upscale tastes. While I 
worked to support the family, my wife, Magi, stayed at 
home to raise our one boy and girl into fine young 
adults. Everything seemed quite sane to anyone who met 
us, but our close friends and family knew that we led 
quite a different lifestyle that would shock the pants 
off of any normal couple. 

You see, Magi and I were charter members of a local 
swingers club that was started by one of Magi's close 
friends. Jodi had been one of Magi's best friends since 
high school, and they had stayed close to each other 
throughout their marriages and child bearing years. I 
don't know if it was that Jodi was easily bored or just 
hyper-sexual, but after having one child, she began 
experimenting with extramarital sex mostly because her 
husband was more interested in fishing than anything 
else in the world. 

With his indifferent blessing, Jodi branched out to 
wilder aspects of affairs, and found that there was a 
whole new and wonderful world of sexual delights that 
she couldn't wait to taste. She tested different men, 
public exposure, lesbian activities, and even dabbled 
with animals, but the one thing that really wound her 
clock was interracial sex. She literally fell in love 
with joining her lithe white body with that of a black 
skinned male. 

So strong was her affection for black sexing, that she 
shared the thrill with her sister and several of their 
closest friends. The result was a well established swing 
club for women that centered around white women getting 
their bodies ravaged by hard black meat as often and as 
much as their little hearts desired. 

The first time that Jodi confided her addiction to Magi, 
my wife nearly choked, but, at the same instance, 
literally creamed her shorts. The taboo was so 
outrageous, so forbidden, that the mere thought of 
having sex with a black man sent shivers down her spine. 
However, Jodi was as convincing as always, and slowly 
talked Magi into taking the plunge one afternoon. Once 
done, Magi became one of Jodi's inner circle of women in 
the club, and openly expressed her strong liking for the 
club's black and white orgies. 

If there's one thing that Magi likes it's her black 
dick, and she makes no bones about the thrill of being 
filled with black sperm an absolute minimum of three 
times a week. Oh, she still likes my seven and a half 
inches, but she now says that she just can't do without 
a steady diet of twelve inches plus. She may have nearly 
choked the first time that Jodi suggested she try a 
black cock, but, to my advantage, she no longer chokes 
on anything, even the long ones. 

So, what do I think of my wife's sex club activities? 
Well, believe it or not, I'm thrilled. You see, most 
stories about cheating wives involves some sort of put-
down, some element of dominance at someone's expense, or 
some wimpy attitudes that lead to a cuckold husband 
quivering in the corner. In our case, nothing could be 
further from the truth, because the women insisted that 
the club existed for having fun, good feelings, and a 
complete sense of sexual security in their marriages and 
themselves. 

Consequently, everything was planned and conducted in a 
caring and sensitive manner, but at the same time with 
wild abandonment that pushed the limits of social mores. 
It may sound strange, but there's just something 
outrageously erotic about watching Magi turn her pretty 
blond head and look at me with her glazed baby blues, 
while she's straddling some black buck on the couch, and 
bouncing up and down on his throbbing dark prick. I know 
that she likes it, and she knows that I like watching 
her enjoy herself.

I like thinking about how that man feels inside her 
tight pussy, how his cock would bump against her cervix 
as mine does, and how it could be worked on through into 
her uterus. I like thinking about how she will feel when 
his hot sperm comes shooting through his dick, spurting 
out the end and spraying her insides with fresh semen. I 
even like the fact that all the women in the inner 
circle, including Magi, always ride bareback, never 
using any form of birth control. I think that just adds 
to the taboo and the risk.

Most of all, I liked the attitude. A happy, fun approach 
to sexual adventure seemed to be the key to a strong 
relationship and a rewarding experience. Oh, sure, the 
women in the club liked to play games that had them 
acting out every part from slut to femme fatal, from 
housewife whore, and from mistress to slave. Every 
experience had a time and place, and it was the attitude 
and approach that could turn it from a disaster to pure 
pleasure and excitement. For example, I'll never forget 
the year that Magi decided to participate in the club's 
Summer Games. Wow! That summer was a mind-blowing 
experience to say the least, and one that changed our 
lives forever. 

The Summer Games were sponsored by the Interracial 
Breeders Club, or IBC as the women called it. Every year 
the club would solicit women, married or single, to 
participate in a series of sexual challenges that would 
last most of the summer until there was only one woman 
left. It was similar to a survivor game where each 
challenge earned points toward a total that was tallied 
up at the end. Anyone failing to earn at least one point 
on any challenge was made to drop out of the game. 

To begin, a certain minimum number of women were needed 
to play, and each had to pay an entry fee of $1,000. 
That established the commitment. Anyone could choose to 
drop out at any time, and if a participant chose to drop 
out early, they could get a small amount of their entry 
fee refunded. Past a certain point, they would no longer 
get a refund, but they would be required to add more 
money to the pot. So, it came down to "how much can I 
get back," to, "how much can I cut my losses," to 
eventually, "I'm in so deep that I can't afford to 
loose." That's when it became interesting. 

The club elected a panel of "gamekeepers" that consisted 
of members who made all the rules, set all the 
challenges, assigned challenges to individual players, 
made all special arrangements, and monitored all the 
action to record the number of points earned by each 
player. It was a lot of work, but great fun at the same 
time. Besides, the gamekeepers solicited help in 
verifying each player's points from all the club 
members. Any member could volunteer to be present to 
verify a challenge, except that player's spouses 
couldn't verify for their own wife. In essence, the 
players' lives were controlled by the gamekeepers until 
the end of the game. The rewards? The woman in first 
place won what amounted to about a $10,000 vacation for 
her family. Second place earned half that, and third 
place received $2500, better than twice their entry fee. 
In addition, the first three places got all club fees 
waived for a full year, and that alone could be 
significant. 

The Summer Games usually started on Memorial Day 
weekend, and totally centered around the interracial 
sexing of housewives and single ladies who chose to 
play. In essence, all of the challenges focused on 
exposing the interracial exploits of the women. They 
were selected to be extremely embarrassing, and to 
create a real challenge for the woman, and her family if 
married. The game challenges were broken up into three 
categories that ranged in difficulty from hard to nearly 
impossible. I thought that some of the things that were 
considered beginner level tasks were extremely hard. 

However, I found that the tasks became increasingly 
difficult as the summer went on, and I couldn't even 
conceive of some of the challenges that the gamekeepers 
imposed on my wife. Our summer was something out of a 
wet dream. It would take far too long to relate every 
intimate detail of Magi's summer game experience, and 
the intricacies of the planning and timing for every 
task. Instead, the following is a simple list of 
situations and challenges that were imposed upon the 
players. Take a moment, and imagine if either you (if 
you're female) or your wife were in the same situation. 
Just imagine how you would handle the same game. Good 
luck....

Situation - It's Memorial Day weekend, the beginning of 
summer and school is out. You and your husband are 
attending a semi-formal party sponsored by the club at 
some local restaurant that has been closed just for this 
private party.
The party is set up to introduce this year's players in 
the Summer Game, and to set the rules and first 
assignment. The crowd consists of gamekeepers, player 
wives and their spouses, single women players, and about 
twenty to thirty black men. Everyone is finely dressed 
and just finishing dinner and drinks when the lead 
gamekeeper makes the announcement at the podium. She 
invites all game players to come to the front of the 
room, sign the entry agreement, and pay their fee. 

Then they are lined up and introduced to the crowd. The 
gamekeeper says a few words about commitment and the 
rules of the game that included a stipulation that all 
players were to ride bareback during the entire summer. 
That meant no birth control of any kind. Then came the 
first instruction, "All players will strip immediately, 
and hand their clothes to their spouse. You are to 
remain nude at all times, and under all conditions until 
the end of the game or until you drop out. You will only 
be allowed to wear heels, jewelry, and special clothing 
only when designated by a gamekeeper. You may only carry 
identification and money in a small clutch purse as 
necessary." 

The look on Magi's face was pure astonishment that 
turned to unbelieving excitement. With a smile a mile 
wide, she removed her clothes and handed them to me. She 
stood there, lined up with twelve other women, totally 
naked, nervous, embarrassed, and sweating in front of 
the assemblage. 

The club had rented a band for the evening, and the 
gamekeeper told the players that they were required to 
enjoy dancing for at least one half hour before being 
allowed to leave. Magi, like the rest, turned to their 
spouse for the first dance, then were passed from 
husband to black man to continue dancing. White wives 
were gyrating on the dance floor to fast and slow 
dances, wiggling their asses and bouncing their boobs, 
naked, in the company of their well dressed dark 
partners. After thirty minutes were up, the players 
began noticing that their spouses were no longer in the 
room, and the only thing left to them were car keys, 
their driver's license, and two dollars. They had all 
valet parked, and it was up to the players to drive 
themselves home, nude. Challenge: how would you handle 
the valet?

The challenges began coming the very next day, and 
continued as long as there were at least two players 
left. Some challenges were outlined at the very start, 
since the players could take as long as they wished to 
complete the tasks. Other challenges were given a 
specific time limit, and, if not done on time, the 
player would be forced out of the game. In the first 
week alone, the following instructions were given to 
Magi:

1. Magi was to have all pubic hair permanently and 
professionally removed. She could choose electrolysis or 
laser, but the procedure had to be completed within five 
days. Challenge: Does she go to an office, or have 
someone come to her home? Can it be done at home? How 
does she get from the car to the office and back? 

2. After having her pubic hair removed, she was to have 
a complete professional photography session of her 
having sex with two club selected black males. The 
session (with proofs) was to be completed within two 
weeks. A series of mandatory poses was outlined by the 
gamekeeper, and included anal, straight, double 
penetration, ass/ball licking, oral, and cum shots. She 
was to have framed enlargements made of the photos 
selected by the gamekeepers, and was to have three 
displayed in the hall at home, and at least two in every 
other room. She was to keep a photo album of the 
complete session on the coffee table at home at all 
times during the game. 

Several long term challenges were given to Magi early in 
the game, so she could plan and complete the task 
anytime throughout the summer. The following is a list 
given to Magi and the other players:

1. Magi was to collect one gallon of cum. It could be 
from any source, and it was a timed event. The most 
points given to the first to collect it all, then 
decreasing points to the next in line, etc. Every player 
was to host a party afterward, and consume and/or bathe 
in the cum in an exhibition for the guests. Some players 
took right off milking as many men as possible, while 
others branched out a little and dared to collect sperm 
from some horses owned by close friends in whom they 
confided. A man produces an average of three ounces for 
a healthy cummer, while a horse puts out anywhere from 
eight to twelve ounces or more in a single ejaculation. 
On that basis, it would take over forty three strong 
young men to provide the 128 ounces, or about ten to 
fifteen horses. Not everyone made this challenge, but 
all had a blast trying (no pun intended).

2. Wash your car. This sounds simple, but for some, it 
was a horrific challenge. Some women took their cars to 
the ride through carwash, and others sucked it up and 
washed their cars at the local 25 cent do-it-yourself 
station. Still others braved the dark of night to wash 
their vehicles on their own driveways, but the 
thoughtful wives merely pulled the car into the garage, 
and washed it. It pays to think a little. 

3. Get the oil changed in your car. Oh, and by the way, 
your husband can't do these assignments. A very few 
women could change their own oil, but most had to merely 
suck it up and make special arrangements with the Quick 
Change oil depot. Of course, the really ingenious wives 
would get the oil changed by hiring it out to a mobile 
service, and slip them cash through the door. 

4. Get gas in your car. Okay, so this one really 
involved some thought. Some wives actually knew of a 
totally automated station without an attendant, and got 
their gas in the middle of the night. However, most just 
chose the most opportune times and positions at the 
local convenience store to expose themselves. Yes, they 
would just take a deep breadth, get out, insert their 
credit card, and pump away for five minutes. 

5. Maintain a tan. Every player was required to maintain 
an overall tan, which for some was merely a few hours 
spent in the yard. For others who didn't have a yard, 
the task seemed impossible. They could tell an employee 
of a tanning salon the honest truth and make 
arrangements to come through the back door, but that 
would require timing, extra cash, and definite exposure. 
Again, the more creative ladies would use a sunless 
tanning lotion.

Then the challenges began to get a little more intense. 
The first set weeded out the less innovative ladies, and 
left either the smarter crowd or the ones that were just 
more daring. The next level of difficulty required a bit 
more gutsy moves, in that exposure couldn't always be 
avoided. One more obstacle was that the gamekeepers 
would throw in unexpected dirty tricks at any time that 
were designed to really push the player into quitting. 
The next level of tasks and tricks included:

1. Attend every weekly club party, and host at least one 
party during the summer. This seemed simple enough, but 
getting to and from the car while nude was a challenge. 
The party host always made sure that no parking was 
available in their driveway or in front of their own 
house, thereby forcing the player to walk naked with or 
without her husband. Single players had little choice. 

2. The gamekeepers assigned a black fellow to Magi early 
in the summer. Her challenge was to increase the length 
of his dick by at least two inches. Now there are pumps, 
special techniques of getting a man hard and holding off 
the blood supply for extended periods, weights, creams 
and lotions, and even surgical remedies. Magi used all 
of the above except surgery, and was astonished to learn 
that it was not only possible, but that she increased 
the man's length by three inches. Of course, it took 
dedication and daily work to accomplish her task, which 
meant having a black man visit her house every day. I'm 
sure the neighbors had a field day with gossip. On the 
other hand, Magi had a field day enlarging the man's 
dick and balls, because if there was one thing that 
fascinated her, it was cock and balls. Day after day she 
would lavish hours of attention to the phallus assigned 
to her, and she considered the man's dick to be her work 
of art, a result of her attention, and a reflection of 
her prowess. After the game was over, she started on me. 

3. Go on a date. Wives were required to go on a date 
with a black man selected by the club. They would be 
picked up at their homes, and returned the next day. In 
this case, the player would be told to wear something 
chosen by the gamekeeper. For Magi, she was allowed a 
fishnet dress and heels, nothing else. Other players 
were given outfits that were really creative. For 
example, one of our housewife friends was given a dress 
having the panel over one breast in sheer material, and 
another panel of the same sheer material that swirled 
around her body at crotch height. As with Magi's fishnet 
dress, no one could really tell (or believe) what they 
were seeing. Magi went dining, dancing, and back to her 
date's apartment to hostess for a few of his personal 
friends. She was, of course, required to put out for any 
and all the men. She could only dress in a public 
facility, so the time she spent from our house to his 
car, and between his car and his apartment was done 
nude. Magi was returned red in the crotch, and walking a 
little funny from being the party pussy at an all night 
orgy. 

4. Magi was required to arrange a gang bang for herself 
at least once a week. It was to last all day, and 
include at least four men. She could choose to be banged 
either at home or away, but the men all had to be black, 
and a gamekeeper was to be there to verify. Each gang 
bang earned a minimum of four points, plus one point for 
every man over the initial four. Magi really like this 
more than anything, since she was hooked on black meat 
anyway, and this gave her an excuse to get her fill. 
Magi liked to get this one out of the way early in the 
week on Monday or Tuesday, so she could have more time 
to work on other challenges. Since this was one of 
Magi's favorites, I'll relate a personal story about one 
of her gang bangs.

As luck would have it, a weekend chore saw me taking an 
"agony of defeat" style tumble off a ladder, wrenching 
my left ankle and sending me to the emergency room where 
I was placed in a cast. Although it was just a sprain, 
the doctor insisted on the cast to keep me from 
aggravating the injury. So there I was on Monday 
morning, lying in bed with a cast on my leg, watching 
Magi's slim nude body racing about, preparing for her 
guests. 

She had showered, fixed her hair and makeup, and donned 
a pair of strap heels to accentuate her ass and leg 
muscles. Four inches of heel made her walk a bit 
awkwardly, but it was exactly that awkwardness that put 
her body on display and made her seem all the more 
vulnerable. The gamekeepers had arranged an all day gang 
bang for her, and the men were scheduled to arrive any 
minute. She was busily making refreshments for the men 
and the gamekeeper who would verify completion of her 
task, all the while strutting about from room to room 
until the doorbell rang. 

Without the slightest hesitation, she opened the door, 
and ushered in five well built black men and one white 
female. She bubbled over with excitement as would any 
good hostess, only she was standing nude in the company 
of six fully clothed black men who were anxiously 
anticipating fucking her. She literally dripped with 
excitement as she invited the guests to disrobe, until 
she suddenly remembered that I was occupying our king 
size bed. 

I could hear them discussing the arrangements, so I did 
my best to get out of bed. As I struggled to my feet, 
she entered our bedroom with the five men milling about 
at the doorway. I was the first to speak, "Honey, I'll 
get out of your way, and...." 

Magi cut me off saying, "Now you just lie here and 
relax, Dan. I'm having the guys fuck me in the guest 
bedroom so we won't disturb you." 

"No, no. It's better for me on the smaller bed, and I'll 
be just fine. I want you to enjoy yourselves," I said.

"Are you sure? Really, they can fuck me just fine in the 
other room, and we'll...."

"Nonsense! Any time my wife gets fucked it's going to be 
first class, so be quiet and help me," I answered.

I knew that guest bed was a queen size, and that any 
orgy worth it's salt is better done on a king size 
mattress, to I insisted that I take the other room and 
let them play in the master bedroom. I never sleep with 
any clothes on myself, and as a struggled with my new 
cast, one of the men offered, "Dan, are you sure? We can 
do Magi just fine on a smaller bed."

"Gang bang my wife on a smaller bed? C'mon guys, I'll be 
okay."

"Oh, man, listen to him," said the black. "Here we are 
to fuck your wife, and you make way for us? The least we 
can do is help." So several of her lovers picked me up 
and carried me to the other room, making sure I was 
comfortable. Magi watched as I got settled, her hand 
already around a stiffening black dick, and her bald 
snatch dripping down her leg. 

"Just holler if you need anything, honey. I'll come back 
to check on you after a round or two," she said 
lovingly.

"Oh, guys?" I said stopping them while leaving the room.

"What?"

"Don't forget that she likes using the back door too, 
and that she...." Magi laughed and shushed me up as she 
feigned embarrassment and stormed out of the room with 
two guys in tow. I listened carefully to her favorite 
line that she used at the start of every gang bang. 
"Okay guys, who's going to breed me first?" I always 
loved hearing her say that. It was so damn sexy!

Now, Magi has never been known to be especially quiet 
while having sex, so the fact that the bedrooms were at 
opposite ends of the hall did little in providing 
privacy. Ah, the peaceful sounds of my squealing wife as 
she was porked all day with black meat. Screams of, 
"Fuck me! Do my ass and cunt at the same time!" echoed 
down the hall. Moans of ecstasy were as clear as a bell, 
and I could tell the exact moments when she came, and 
when she was feeling hot cum blasting her insides. The 
mental images were astonishing, and I was rock hard when 
she came in to see how I was doing during a break in the 
action. Her legs were bowed outward, her pussy was as 
red as a beet, and the cum flowed freely from her slit 
down her legs. 

Magi made no effort to hide anything because she knew 
that my reaction would just make it easier for her to 
get me off with a quick blow job. After draining my 
balls, it was back to work (or play), and she assured me 
that I was her forever lover for letting her have her 
very special fun. 

5. The gamekeepers gave Magi an order to get two pussy 
rings, one in each lip. Other players who might already 
have a ring were either required to get a clit ring, or 
to have their nipples pierced. Again, this challenge 
required unavoidable exposure by having to go to a place 
that did piercing. The women's choices were limited, 
since they had no alternative but to explain their 
situation to an attendant by phone, then ask how they 
could accomplish the task. If paid enough, the attendant 
would come to the woman's home for the procedure, but 
some insisted on an office visit, which, in turn, had 
the wife walking nude for some distance like it or not. 
I liked Magi's rings!

6. After embarrassing themselves arranging for pussy 
rings, each player was told to get a tattoo. It didn't 
matter where, and it didn't matter what or what size. 
There was no getting around this one. Magi, as did the 
remaining players, had to bite the bullet, choose a 
tattoo parlor, and make arrangements for the procedure. 
She had to divulge the fact that she would be arriving 
naked, which spilled the beans on her whole game. Of 
course, the parlor artist was totally fascinated by the 
story, and couldn't wait to have a nude housewife show 
up for a session. Magi, on the other hand, resigned 
herself to the exposure, and knowing that she had no 
place to hide, she took her time in deciding the what 
and where. She now has a little unicorn on her butt. 
Kind of nice, actually.

7. By this time (around July 4th) Magi was pregnant. She 
was knocked up by one of her black lovers. Then again, 
all the other players were too, which brought up the 
next challenge. Each player was again assigned a black 
volunteer to administer the club's preferred method of 
naturally aborting. The man was selected for his unusual 
length (at least eleven inches) which he inserted into 
Magi's cunt as usual. Only this time, he would work his 
dick clear through her cervix and enter her uterus. The 
selected men also had one other unique requirement that 
they willingly accepted, they too had small rings, one 
on each side of their scrotum. The male and female rings 
were then joined together with tiny locks that kept my 
wife joined at the pussy to her lover's cock buried 
deep, deep, deep inside her uterus. The man's dick would 
not only cause a disturbance in her fertilized womb, but 
it would also cause a chemical change in her body, 
causing her to naturally abort. Magi's vagina is 
relatively short, so the man had no problem in reaching 
her uterus, except for the tight restriction of her 
cervix. Like a soft choke collar, the man's dick was 
squeezed by the tight orifice, which caused no end to 
excruciating pleasure. Magi felt completely filled, and 
he felt like he was constantly being milked. 

Now, I must admit that the picture of my little blond 
haired, fair skinned, petite bodied Magi being joined at 
the pussy to a particularly black skinned man was 
extremely erotic. Her pussy was stretched to the limit, 
as were her internal passages. The challenge here was to 
stay joined like this for as long as possible, with the 
woman going the longest earning 36 points, second earned 
half that, third half that, etc. This was a big chunk of 
points that could sway the balance of the game. By the 
way, the players did not know the status of the other 
players' points, so there was always that unknown 
incentive. For that reason, the players themselves never 
shared that information, just to throw off the others. 

As it was, Magi was known to be a feisty little bitch, 
so this is where the gamekeepers threw her a nasty 
curve. She had been joined to her man for three days, 
sharing bodily functions with him in the bathroom, 
showering together, and getting fucked at any time he 
got the urge. 

Yes, she even had to undergo her weekly gang bang with 
him inserted in her, which meant a steady diet of anal 
and oral, and something new in having one man attempt to 
double up in her pussy. She barely got that one in, and 
then it was only for the short experience. But it was 
mid-morning one day when the front door opened, and 
Magi's mother entered the house. She had been called by 
a mutual friend, who said that she hadn't been able to 
contact Magi for almost a day, and she was concerned.

It so happened that the club loosened a telephone wire, 
so when her mother called, there was no answer, and she 
decided to investigate. Like all mothers do, Magi's mom 
assumed full access to the house, and seldom bothered to 
knock, so when she came searching through the house, she 
found Magi straddling her black man on one of the 
kitchen chairs, both totally nude. Needless to say, her 
mother froze in her tracks, but it was too late to back 
out of the room, and it was too obvious for Magi to make 
some sort of excuse.

If Magi had been a man, her cock and balls would have 
shrunk up and hidden inside her just then, she was so 
much in shock. There was no time to recover, and no time 
to think of anything but the truth. She called her 
mother in, and told her to sit down (which was good, 
because she was close to fainting). As the black and 
white couple moved together to get her mom a glass of 
water, it was clear for mom to see that her daughter had 
a black dick inserted in her.

Now, Magi's mother had her when she was very young 
(eighteen years old), so she was still a very good 
looking, and very sexually healthy woman. Magi slowly 
and not-so-calmly explained the entire story, telling 
her mother about her sex club activities, her swinging, 
and about the game she was playing. 

To her credit, Magi did it in loving tones and kind 
words, that were bolstered by the kind mannerisms of her 
black partner. In the end, her mother had no choice but 
to accept her daughter's choices, and to reconcile it in 
her own mind. After all, she wasn't an ax murderer. She 
wasn't a drug dealer, and she didn't do anything 
illegal. Just immoral. Her mother's thoughts raced from 
shock to disbelief to fighting off intense curiosity. 
Magi rocked in her lover's lap right there in front of 
her mother while she explained every detail, including 
her pregnancy and her subsequent natural birth control 
method. 

During the next week and a half, Magi's mother called 
several times, and even made a return visit to check up 
on her daughter. That next time she knew just what to 
expect, and she chose to understand her daughter rather 
than destroy her. Her mom took special note of the 
pictures displayed throughout the house, and even 
discussed her daughter's album with her. I don't know 
how this works between a mother and daughter, but Magi 
even offered to let her mom critique the video of her 
photo session. Her mother accepted, but took a vow of 
silence, and never breathed a word of what she knew to 
Magi's father. At least, not to my knowledge. 

A full two weeks being joined at the cunt proved to be 
the winner. My wife peed on, was peed into, emptied her 
bowels mutually with her partner, and even partied with 
him, being fucked by him wherever and whenever, even in 
front of her mother. She was sore and completely 
stretched, but 36 points to her favor. Other players 
weren't half as lucky.

8. The players were given their choice, but had to 
arrange and participate in either a houseboat trip, raft 
trip, or cruise at sometime during the summer, the mix 
had to be half male, and the males had to be black. 
Getting to and from the event was, again, to be done 
nude, and none of the mentioned activities were 
available within a three hundred mile radius. This time 
the girls were a bit smarter, and chartered a houseboat 
on Lake Powell. Of course, getting there and back was 
the trick, and they could not travel with any men. 
Together they decided to car pool the nearly four 
hundred miles to the marina, but even that presented 
challenges along the way. Who's going to pump the gas? 
Where do we stop for a bathroom break? Who meets us when 
we get there? How do we buy provisions for all this? It 
was summer, it was hot and sunny, and two carloads of 
naked women caravaned cross country. They spent a week 
on two house boats, trading partners, fulfilling their 
gang bang obligations, and Magi even managed to arrange 
for her project dick to come along so she could keep 
milking and stretching him. Being nude on the lake was 
not illegal, but there was definitely no place to hide, 
and it was quite obvious to all that passed by that 
these white women were sexually pleasing their black 
escorts.

9. Speaking of milking, the gamekeepers issued the 
challenge that each player was to develop milk in their 
breasts so that they were freely lactating. This 
required either a breast pump or the more effective, 
even more pleasant experience of constantly suckling 
another person. Of course, who could be handier than the 
black who's cock Magi was lengthening. He would suck her 
tits while she sucked his cock, daily, constantly. Even 
I had to keep sucking her nipples until she began 
flowing. Now this was a job that I enjoyed, and enjoyed 
watching. Eventually, Magi developed nice round breasts 
that swayed and bounce freely with every step, and were 
filled with sweet milk for her lovers. Talk about 
natural breast enhancement, and it was free too!

10. The gamekeepers were sent a constant barrage of 
demands intended to cause the player extreme 
embarrassment if not given any forethought. Rent a 
movie, buy new heels, have your hair done, go on a 
picnic, and go water skiing all brought a bevy of 
comical situations that some women just charged off to 
do, while others gave considerable consideration. Every 
one of those tasks can be accomplished in some safe, 
minimal exposure sort of way, but some players were just 
too wild to care. Imagine some innocent wife totally 
embarrassing herself in public rather than using the 
cover of mail order, delivery service, night time or 
other techniques to get by. Of course, there was just no 
one who even wanted to give up the body rush of watching 
the face on the delivery boy as the pizza arrived. That 
was a favorite, and the women really enjoyed the freedom 
to flash them. 

11. Each player was required to recruit a new member by 
mid-August. However they planned it, it was an 
adventure. They solicited the help of girlfriends, other 
players, and club members in getting prospects. Some 
even tried cruising certain areas in their cars (naked 
of course) on the chance of one successful hit. Others 
sought potentially interested women through personal ads 
or the internet. One thing that they all had in common 
was the experience of meeting a stranger while naked, 
and doing their best to turn them on to further 
discussion. Brutal truth was a good approach, and after 
explaining what the game was all about, it allowed the 
conversation to progress nicely. Many new prospects were 
invited to observe first in a voyeuristic sort of way. 
However, anyone who would be curious to watch usually 
would also be venturesome enough to take that first step 
too. An interesting thing about this challenge is that 
most of the women naturally assumed that they were to 
recruit new FEMALE members. Not Magi, and she marched 
right out to find a very willing black man to seduce. 
Slam Dunk!

12. Shave a strange black man's genitals. Now this may 
sound like the slam dunk, but imagine some naked white 
lady driving up and asking a black guy if she could take 
a razor to his nuts. Again, Magi had no problem in this 
area, as she asked one of her many gang bangers if they 
had a friend who would let a white woman do something 
wild. Actually, a shaved cock and ball sack is one of 
Magi's fetishes, and she keeps me in that condition all 
the time. She insists that it makes a man's genitals 
look bigger, and it keeps her from getting hair between 
her teeth.

13. Each player was required to fuck three men over 
fifty years old, and three men under 20. She had to find 
the men on her own, and arrange for the gamekeeper to 
verify the event as always. As usual, there were some 
wives who took right off and sweated the exposure and 
finding willing partners. Magi, on the other hand, 
combined her recruiting efforts, genital shaving and 
generation bending all into one. A lesson that was 
learned by some of the inexperienced players was that 
they could have focused in on the young crowd, and 
collected their cum a whole lot easier. The younger men 
always came heavier than the older men, and were always 
very eager to participate in a series of summer gang 
bangs. Imagine being some cocky young black who could 
blow the socks off of anyone else's story of how he 
spent the summer vacation. "Yeah, I was some white 
housewife's stud, and I got to fuck her every day." 
Imagine being Magi who got to interview the young bucks.

14. Speaking of interviews, each player was required to 
participate in interviewing potential black studs for 
the club. You can read "Interview Games" to understand 
the whole story, but suffice it to say, Magi was one of 
those select white housewives who came down the basement 
stairs accompanied by two other inner circle women. 
Their heels clicking loudly on the steps, perfectly made 
up, and smiling broadly at the dozen or so blacks in the 
room as the women entered completely nude. They made 
their introductions, and proceeded through the full 
gamut of measuring equipment, posing with the men for 
pictures, and especially fucking their brains out for 
the entire afternoon. Then the process was repeated for 
the evening session. Not every man was selected for the 
club, but the interviews were sure fun.

15. At sometime during the summer, the remaining players 
were told to rotate houses, which meant that every wife 
went to spend a week in the house of one of the other 
players. This presented an interesting opportunity, in 
that a player could work to disrupt the other player's 
household (or game) either by setting her up with 
impossible situations in her own home before they 
traded, or by really embarrassing her competition in 
their house once they got there. Either way, it was a 
balance of ingenuity, and some very interesting 
situations developed. Magi chose that week to have our 
house repainted inside, which caused her friend to be in 
constant exposure to the contractor. She also set her 
friend up by sabotaging her home for when she got back, 
causing her to endure a steady stream of repair people, 
or miscellaneous appointments. Of course, Magi made sure 
that the neighbors were provided with a good, 
embarrassing picture of interracial sex being performed 
at her friend's house, so when she got home, the 
curiosity seekers were plentiful and constantly 
attentive. 

All during the time that these challenges were dished 
out to the players, the gamekeepers kept throwing in 
their versions of stumbling blocks. These were the dirty 
tricks intended to really get the players embarrassed to 
the point of possibly dropping out. The gamekeepers 
would do such things as send a family member or friend 
over to a player's house (especially during a gang bang 
or something like that), cut the power to the house, 
send a player to the wrong house for a weekly party (a 
house where the owners knew nothing of the club), cause 
a car failure while the player was out and about, or 
some such equally embarrassing situation that just might 
push the player over the brink. 

However, nothing compared to the end-game scenarios that 
the gamekeepers held in reserve for the later part of 
the summer. In order to force a winner to the game, 
several extremely difficult (if not impossible) 
challenges were handed out. Remembering that all 
challenges had to be recorded and verified by a 
gamekeeper, none of these could be done in total 
privacy, so imagine if you were told to:

1. Have sex to completion with a dog and a horse. 
Instructions were to bring the animals off both orally 
and by intercourse. The players had to locate the 
animals any way they could, and were required to have 
the event video taped and witnessed. A very interesting 
series of solicitations went flying about when the wives 
were handed this one, and considering that this was done 
before the advent of the internet where correspondence 
is fairly private, a lot of trust as well as risk was 
involved. The players were shaken enough by the 
prospects of doing a dog, but it was the horse that got 
most of them. On the other hand, the wives that 
completed this task, unanimously confessed that the 
sheer volume of hot horse cum that was sprayed inside 
them, turned them into devotees for more sessions. 
Totally wild.

2. Go to an indoor movie. There was no way getting 
around this one. There it was, no other choice but to go 
up, pay for a ticket, enter the theater and watch a 
movie in the nude. Of course, it depended on the theater 
and the employees at the time, but it also depended on 
the other patrons. This was a big challenge, so one of 
the ways Magi accomplished this was to go on a date with 
eight really burly black men who would escort her. It 
was a gamble, but it worked. No one said that she 
couldn't walk naked while being surrounded by a crowd. 
Magi paid for the tickets, and paid for the escort 
service later. 

3. Get a family member (besides a spouse) to give you 
head. This could be any family member, and, again it had 
to be done in the presence of a gamekeeper. Brother, 
father, sister, mother, uncle, aunt, niece or nephew 
would qualify. In some cases, if the player was old 
enough, and had children at an early age, and, if they 
were especially close and open, well, there was another 
possibility if it wasn't illegal. By the way, extra 
points were given to those who had full intercourse with 
a family member in addition. And that didn't necessarily 
boil it down to male family members, for a female double 
ended dildo was accepted as qualifying. Again, remember 
the video taping.

4. Have sex with a senator or state representative. The 
challenge here was knowing someone prior to the 
beginning of the game. Those who didn't have very close 
personal relationships with an elected official were out 
of luck. Those who did, had a definite challenge with 
the verification, but there are ways. Ever hear of one 
way mirrors? Secret compartments?

5. Last but not least was the ultimate challenge to 
organize, make arrangements for, and host a formal black 
tie affair at a local public facility for a group of at 
least 75 couples, who were to be interracial pairs. The 
party was to take place at any facility of the player's 
choice that was available for public booking, and the 
player had to make all the arrangements for drinks, 
food, and entertainment in the form of dancing to a live 
band. This challenge was usually reserved for last, and 
the remaining players could pool their resources to host 
the event (the club would flit the bill). The formal 
party was to consist of cocktail hour, a complete sit-
down meal, and dancing afterwards. The dress was 
strictly formal except for the women. The players 
hosting the party were still required to make all the 
arrangements and attend the party (with a date) 
completely nude. Imagine Magi with her hair done up 
fashionably, diamond earrings and necklace, sparkling 
high heels, and otherwise sporting a beautiful bald 
pussy. Other players who had dropped out, but who 
attended were required to wear very revealing dresses 
that must reveal at least one out of three strategic 
areas. They either had to bare a breast or their pussy, 
and the dress had to be sheer, so that everyone could 
see that they wore no undergarments. Any other woman 
attending the affair was free to dress as they wished, 
but they must be dressed formal. The climax of the 
evening was the announcement of the final winner by 
totaling up the accumulated points. There were several 
tie breakers that included the women's achievements in 
cock lengthening, total volume of cum collected, and 
extra points. The ultimate tie breaker was an auction, 
where the remaining players would be auctioned off for 
two weeks of "sex slave" duties. The proceeds from this 
alone were more than enough to pay for the formal party, 
as many of the black men formed groups to pool their 
money and increase their effective buying power. The 
club even invited other clubs around the country to bid 
on the merchandise in order to raise the stakes. Magi 
was thrilled to entertain a group of black businessmen 
on their yacht in Florida for two weeks, and they even 
invited me along to enjoy the fishing and to watch as 
she was put through her paces. Of course, I couldn't 
stay for the whole time, but I was privileged to watch 
my Magi as she spread her legs for these guys during her 
fertile period, and got impregnated right there in front 
of me. Oh well, back to the lockup when she got home, 
only this time it wasn't for two week, and she aborted 
nicely. 

There was always a clear winner to the Summer Game, but, 
in fact, everyone was a winner in some form or another. 
Virtually everyone in the club benefited at the expense 
of the players and their families, but the players also 
got quite a bit in return. They learned to appreciate 
the freedoms that they never before thought were 
possible. They basked in the pride of outrageous 
accomplishments, and they were forever rid of any 
prejudices between races. Okay guys and gals, now you 
have some ideas for some summer fun. Maybe you could put 
your own personal twists on the theme, like, why can't 
the guys be players too. 

So, if you're tempted to imagine you or your spouse in 
any of these situations, or if you go so far as to 
seriously think of creating your own games, you may be 
able to finally have the most exciting essay about "What 
I Did On My Summer Vacation!"

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It's okay to  *READ* stories about unprotected sex with
others outside a monogamous relationship.  But it isn't
okay to  *HAVE*  unprotected sex with people other than
a trusted partner. You only have one body per lifetime,
so take good care of it!
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